quinta-feira, novembro 15, 2007
Fé e Ciência 2
Muito embora a fé esteja acima da razão, nunca pode haver verdadeiro desacordo entre ambas: o mesmo Deus, que revela os mistérios e anuncia a fé, acendeu no espírito humano a luz da razão.
Deus não pode negar-Se a Si próprio, nem a verdade pode jamais contradizer a verdade.
É por isso que a busca metódica, em todos os domínios do saber, se for conduzida de modo verdadeiramente científico e segundo as normas da moral, jamais estará em oposição à fé: as realidades profanas e as da fé encontram a sua origem num só e mesmo Deus.
Mais ainda: aquele que se esforça, com perseverança e humildade, por penetrar no segredo das coisas, é como que conduzido pela mão de Deus, que sustenta todos os seres e faz que eles sejam o que são, mesmo que não tenha consciência disso.
Parágrafo 159 do Catecismo da Igreja Católica (1993)

MikeKenna imagem
cbs
posted by @ 11:07 da tarde  
63 Comments:
  • At 16 de novembro de 2007 às 03:15, Anonymous Anónimo said…

    Ai está algo do catecismo da igreja católica que qualquer evangélico subscreve. Não deve haver muito mais.

     
  • At 16 de novembro de 2007 às 09:46, Blogger Scott said…

    Este comentário foi removido pelo autor.

     
  • At 16 de novembro de 2007 às 09:47, Blogger Scott said…

    Obrigado pelo poste. Como já disse em outro comentário, a fé (metafísica?) e a ciência são abordagens diferentes mas igualmente válidas. Fazem parte da procura da verdade. O dialogo entre disciplinas de estudo é imprescindível. Tanto os ateus como os cristãos devem reconhecer isto.

     
  • At 16 de novembro de 2007 às 11:16, Anonymous Anónimo said…

    A razão é a faculdade de ajustar o julgamento á informação, depois de a pesar. A fé é acreditar mesmo mediante informação contrária. Logo a fé é a negação da razão.

    Para os crentes, não agir segundo o “logos” (razão) é contrário á vontade de deus.
    A fé jamais deverá sobrepor-se á razão devendo ser esta (razão) a imperar, permitindo assim a liberdade racional. Depois da “crise” de Ratisbona – onde Bento XVI terá citado um imperador bizantino do séc.XIV –, o Papa terá exortado os crentes que a fé não pode entregar-se á cegueira, abandonando a razão.

    Frequentemente acontece em religião aquilo a que se chama dissonância cognitiva: afirma-se uma coisa, mas realmente não se acredita nela, porque se pensa noutra coisa. De forma inconsciente, os crentes esquecem-se que a religião está alicerçada em “dogmas” e ignorando-os tentam fazer-se ouvir entrando em contradições ou inversões de ciclo.
    A fé é incompatível com a ciência, assim como a noção teológica da criação é incompatível com a noção científica da evolução.

     
  • At 16 de novembro de 2007 às 11:23, Blogger David Cameira said…

    De facto este excerto do catecismo católico devia ser leitura obrigatoria em todos os curso de epistemologia da ciencia desenvolvidos por cristãos.

    Penso que qualquer criacionista defende o mm

    Um abraço para o CC

     
  • At 16 de novembro de 2007 às 11:37, Anonymous Anónimo said…

    ó caneira que tu és burro e analfabruto já todos sabemos mas vai lá pregar essas tretas com M (muito grande) para outro lado que já ning acredita em ti

     
  • At 16 de novembro de 2007 às 11:59, Blogger David Cameira said…

    Fim de chiqueiro !

     
  • At 16 de novembro de 2007 às 13:04, Anonymous Anónimo said…

    ó caneira com este palavreado deves ter estudado na SAPEC Sociedade Anónima de Polidores de Esquinas e Calçadas
    deixa de ser palhaço

     
  • At 16 de novembro de 2007 às 13:08, Anonymous Anónimo said…

    epistemologia é a disciplina do conhecimento e isto é contradição
    A filosofia saloia sem sentido está ultrapassada

     
  • At 16 de novembro de 2007 às 13:31, Blogger CC said…

    Este comentário foi removido pelo autor.

     
  • At 16 de novembro de 2007 às 13:32, Blogger CC said…

    Um abraço para ti, também, David. Mas olha que este post não é meu. Eu apenas escrevi o anterior.

     
  • At 16 de novembro de 2007 às 13:35, Blogger João Leal said…

    Anónimo,

    "
    Frequentemente acontece em religião aquilo a que se chama dissonância cognitiva: afirma-se uma coisa, mas realmente não se acredita nela, porque se pensa noutra coisa."

    Bom, parece-me que sim, que este é o ponto central e o verdadeiro perigo que a fé de um pode ter para os outros. O crente às vezes não acredita verdadeiramente em determinadas coisas, mas defende-as de um modo tribal. Todos têm as suas censuras a verdades bíblicas e da Igreja. Na verdade, não acreditam naquilo, nalguns, ou muitos, pontos específicos. No entanto, e às vezes de um modo violento, passam aos restantes a ideia de que a Bíblia é a Palavra de Deus e a Igreja (Católica) é a representante de Deus na Terra.
    A fé e a ciência não me parecem incompatíveis. Aliás, ambas são parecidas. As duas têm o poder de estar em permanente evolução, com avanços e recuos.
    De qualquer modo, caro anónimo, fiquei a pensar numa coisa: a ciência e fé servem os homens, não é verdade? São instrumentos, digamos assim. Ora, o que é marca o Homem? Será única e exclusivamente a razão cientifica? Biliões de pessoas usam produtos da ciência todos os dias, isso é certo. Mas será que usam assim tanto a lógica cientifica nos seus dias? Parece-me que não, que muitas das suas acções estão dependentes do instinto e de convicções perfeitamente subjectivas, para não dizer ilógicas. Dois carros chocam na 2ª circular e os condutores envolvem-se numa cena de pancadaria. Onde está a ciência, ou a lógica, aqui? Há outros valores por detrás, parece-me.
    A Religião, ou a fé, está nestes moldes vivenciais em que a ciência não tem uma palavra a dizer. Porque hei-de eu achar que não devo o próximo? Poderá ser por muitas e variadas razões. Mas será que, por exemplo, o achar que não devo fazer ter origem na fé (o "não matarás" bíblico) é menos válido do que não o fazer por causa da carta dos direitos humanos?
    A religião tem uma faceta de conduta. A ciência não tem. Pode levar a, mas em si não tem.
    A vida do ser humano tem, antes da ciência, uma cadeia de extrapolações constantes não verificáveis.
    Para mim, a fé tem valor e é útil. Citando o Pacheco Pereira "Não tenho fé. Mas quem me dera a mim ter fé. Tenho inveja dos que a têm". Isto faz sentido.

     
  • At 16 de novembro de 2007 às 13:37, Blogger João Leal said…

    errata

    onde se lê
    "Porque hei-de eu achar que não devo o próximo?" eu queria dizer "...matar o próximo"

     
  • At 16 de novembro de 2007 às 13:40, Blogger João Leal said…

    Este comentário foi removido pelo autor.

     
  • At 16 de novembro de 2007 às 14:30, Anonymous Anónimo said…

    João Leal

    [“As duas (fé e ciência) têm o poder de estar em permanente evolução, com avanços e recuos.”]
    A ciência está em constante evolução, a religião parou no tempo. A religião sendo a mera manutenção de um dogma, é a única área do discurso que não admite progresso. Os textos da bíblia, que é o guia espiritual dos crentes foram escrito á cerca de 2000 anos por homenzinhos com conhecimentos limitados a viverem numa área delimitada. Esses mesmos homens – se por um qualquer passe de mágica –, pudessem aqui aparecer hoje, sentir-se-iam perdidos e envergonhados. A religião hoje – embora adaptada –, é igual á época do renascimento.

    [“A religião tem uma faceta de conduta. A ciência não tem.”]
    A ciência não só tem uma conduta ética controlada por regras rígidas como é alvo da análise crítica da filosofia da ciência, sendo que a própria ética é uma área da filosofia.
    A religião é o contrário, arroga-se de divina e como tal exacta, pelo que faz da intolerância a sua principal característica. Senão vejamos:

    1.) Porque será que o simples facto de alguém manifestar opinião contrária a determinada teoria – defendida em igrejas ou salas de culto –, é considerado como ataque pessoal?
    Como exemplo, o que se passou comigo (neste blog). Um “Tiago Oliveira” escreveu algo que pensou ser o mais correcto e que eu por não concordar corrigi. Apenas corrigi, não me manifestei em relação ao autor. Imediatamente fui “assaltado” pelos “cães de fila” (passo a expressão) como se tivesse cometido um crime. Afinal aonde está a liberdade religiosa ou o respeito ao próximo? Será que existe algum supervisor implacável?

    2.) Existe a ideia errada de que as pessoas não matam por “temerem a deus”, o que é errado. As pessoas não matam porque existem leis e autoridades que fazem cumprir essas leis. Este tipo de argumento é carente de conteúdo, porque se os assassinos estivessem á espera que deus os condenasse e prendesse, ainda hoje continuariam soltos e a matar. As pessoas só não matam por “temor” ás leis e regras que regem a sociedade em que vivemos

    Não cites o Pacheco Pereira porque è demasiado culto e está para além do nosso consciente…
    Lendo nas entrelinhas (desconheço o contexto) ele poderá ter querido dizer que se tivesse fé não teria necessidade de pensar para seguir a razão, pois bastaria numa interpretação literal seguir as linhas orientadoras de um modelo estereotipado, que é a religião. Não adaptem (por conveniência) citações quando não conseguem ler nas entrelinhas.

     
  • At 16 de novembro de 2007 às 15:00, Blogger Nuno Fonseca said…

    'A razão é a faculdade de ajustar o julgamento á informação, depois de a pesar. A fé é acreditar mesmo mediante informação contrária. Logo a fé é a negação da razão'.

    Um exemplo?

     
  • At 16 de novembro de 2007 às 15:27, Blogger João Leal said…

    caro anónimo,

    "A ciência está em constante evolução, a religião parou no tempo."- Não é bem assim. Como é que explicas tanta religião e sub-religião diferente no mundo? De qualquer modo, eu falava de fé nessa frase, não de religião. E aqui parece-me existir uma diferença, pelo menos para mim. O fenómeno da fé, embora ligado, mais ou menos, ao da religião, é diferente.

    "A religião é o contrário, arroga-se de divina e como tal exacta, pelo que faz da intolerância..." - Percebo o que queres dizer e existem demasiados casos no mundo à nossa volta. Mas há muitos modos de religiosidade. Se por um lado, é verdade que a religião tende a ser intolerante, por outro, por exemplo nas comunidades religiosas com empenho social com os mais desfavorecidos, (Madre Teresa e tal...) não se pode apontar isso de modo nenhum.

    "Existe a ideia errada de que as pessoas não matam por “temerem a deus”, o que é errado." - Tens razão. As pessoas não matam por uma míriade de razões. Mas não é só a lei que as leva a não matar. Acho que há muita gente que não mata por causa da sua fé, embora o contrário se verifique também. Era só um exemplo de como as pessoas usam a religião.

    "Não cites o Pacheco Pereira porque è demasiado culto e está para além do nosso consciente… "- Eu lembro-me perfeitamente das circustâncias em que ele disse isto. Foi num programa de televisão. Não me estou a basear nele para defender o que estou a dizer. O que eu queria dizer era que esse episódio ilustrava a validade da opção, ou o que o valha, para aqueles que a escolhem.

    Agora, reforço que me parece haver uma ligeira confusão entre a fé e religião. A primeira é pessoal. A segunda social. Parece-me que muitas vezes se reage contra a religião (e quase sempre concordo), e acaba-se por pôr o fenómeno pessoal da fé no mesmo saco.
    Que achas? Consegues perceber isto também? Gostava de perceber o teu ponto de vista sobre isto.

     
  • At 17 de novembro de 2007 às 11:28, Blogger David Cameira said…

    CC,

    Então um forte abraço para ti pelo post anterior ( eis a " comunhão dos santos " ).

    E outro tb do mm quilate para o CBS por este

    Para os outros palalhos ambulantes:

    A epistemologia e a forma como se produz o saber, o saber cientifico TEM DE PRODUZIR-SE de forma cientifica e rigorosa e não com dogmas e tabus inquestionáveis.

    Paz

     
  • At 17 de novembro de 2007 às 12:35, Anonymous Anónimo said…

    A epistemologia é por assim dizer(grosso modo) a ciência que estuda o conhecimento e como diz o Caneira (e muito bem)terá que ser rigorosa e não dogmática ou com tabus inquestionáveis.
    O Caneira começa a aprender que o rigor está para lá da religião... sempre é um começo

     
  • At 17 de novembro de 2007 às 13:48, Blogger David Cameira said…

    Ao anónimo so lhe falta 1 coisa, além de deixar de ser anónimo claro está...., questionar os tabus do naturalsmo darwinista e do racionalismo arigido em valor absoluto

     
  • At 17 de novembro de 2007 às 14:17, Anonymous Anónimo said…

    esses são diáriamente questionados não só por cientistas como por filósofos, apesar de não ser cientista poderei (se souber)elucidar-te

     
  • At 17 de novembro de 2007 às 14:19, Anonymous Anónimo said…

    nuno
    acreditar que a terra foi criada por deus á 6000 anos quando existem registos fósseis com 3.8 mil milhões de anos

     
  • At 17 de novembro de 2007 às 23:01, Blogger Nuno Fonseca said…

    E como se sabe a idade dos fósseis? Pela camada geológica que os cobre. E como se sabe a idade da camada geológica que os cobre? Pela idade dos fósseis lá acomodados.

    Raciocínio circular no seu melhor.

     
  • At 17 de novembro de 2007 às 23:29, Blogger cbs said…

    por favor mestre Nuno
    até eu, já ouvi falar em datação radiométrica, meu... tamos no séc. XXI
    :(

     
  • At 18 de novembro de 2007 às 13:26, Blogger Hadassah said…

    Como é que explicarão os caros ateus a existência de todo um património espiritual com que cada indivíduo nasce...a convivência em disputa permanente do bem e do mal no mundo...a subjectividade e a limitação da ciência à materialidade? Terão todas estas dimensões surgido do acaso, de uma explosão ocasional de matéria?

     
  • At 18 de novembro de 2007 às 13:27, Blogger Hadassah said…

    É uma pergunta básica, mas ainda assim sem resposta, creio eu.

     
  • At 18 de novembro de 2007 às 13:29, Blogger Hadassah said…

    Este comentário foi removido pelo autor.

     
  • At 18 de novembro de 2007 às 13:31, Blogger Hadassah said…

    E se até agora a ciência por si só foi incapaz de dar uma resposta cabal...não me parece que tenha legitimidade para desacreditar a fé.

     
  • At 18 de novembro de 2007 às 15:03, Blogger David Cameira said…

    Cbs,

    Nem todos os catolicos sao evolucionistas...

    Tb há católicos que acreditam na BIBLIA de capa a capa e que são cientistas

    Mas isto so vem a proposito de , a meu ver, se estar a por a fé contra a razão mais uma vez o q é errado pq a verdadeira fé e a verdadeira ciencia são coincidentes e nao divergentes

    Agora para a geral ...alguem la estava qd o mundo comecou? alguem de nós estava lá qd o diluvio ocoreu?

    Entao está explicada a aparente idade muito antiga da terra, pela enorme pressão das aguas do diluvio sobre a camada da terra fez com as leitura da ideda da terra apontem para idades antiquissimas qd na verdade a situaçao é outra.

    Volto a recomendar a leitura de publicaço~es da ciencia criacionista onde se encontram respondidas muitas destas duvidas

     
  • At 18 de novembro de 2007 às 19:51, Anonymous Anónimo said…

    Realmente contra argumentos destes não há tolerância que resista.

    Como é possível argumentar que algo é falso porque ninguém estava lá para ver, e em simultâneo, argumentar que algo é verdadeiro apesar de ninguém estar lá para ver.
    Por outras palavras, a “teoria” da ciência sobre o «início do mundo» não é válida porque não estava lá ninguém para ver, mas de imediato (a da religião) é verdadeira e exacta apesar de também não estar lá ninguém para ver. Eis a pseudo-lógica de um pseudo-raciocínio.

    Sobre o dilúvio e a antiguidade da Terra o comentário denota uma total incompreensão da geologia. Não é necessário ser cientista (eu não sou) para saber que a disposição geométrica das placas tectónicas é totalmente incompatível com o dilúvio. É dinamicamente impossível transportar uma placa tectónica com água. Isto está publicado, provado e assumido. É questão de consultarem.

    Quanto á quantidade de água necessária para cobrir a terra até ao ponto mais alto, não existe, pelo que supostamente depois de um trabalho daqueles, deus cheio de sede acabou por bebe-la.

    Ciência criacionista não existe, criacionismo é pseudo-ciência.

     
  • At 18 de novembro de 2007 às 20:02, Anonymous Anónimo said…

    Nenhum indivíduo nasce com património espiritual, todos nós nascemos limpos, tudo o resto são influências ( excelentes ou nefastas) que nos levam posteriormente a optar.

     
  • At 18 de novembro de 2007 às 21:00, Anonymous Anónimo said…

    inteligente este anónimo. Ainda vai na tábua rasa positivista.

     
  • At 18 de novembro de 2007 às 22:16, Blogger David Cameira said…

    Anónimo,

    nao te posso dar mais trala pq a BIBLIA SAGRADA me exorta a " não atirar perolas a p....."

    Depois, qd te passar a " pedrada 2 sempre has-de abrir o Hackins, no " breve História do tempo " e ler lá , bem no comecinho , qd ele diz q a terra, no inicio foi regida por " leis fisicas desconhecidas "

    Qual a diferença entre " leis fisicas desconhecidas " e milagres dO DEUS criador.

    e O CATASTROFISMO ??? nãonegas-te o catastrofismo...se , ao menos lesses lesses darwin, carl sagan, s. Jay Coul ainda podias argumentyar com base nos estudos e investigaçoes deles agora assim


    E o pateta...no diluvio tavam muitos para ver sim senhor, só que so 8 viveram para contar como foi

    vai estudar as fontes extra-biblicas que, tb , aludem a um diluvio universal e depois diz qq coisa

    Só para acabar, nao é por tu nao acreditares que nao deixaras de sofrer os efeitos da lei da gravidade se te atirares de um predio abaixo

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 00:02, Blogger Hadassah said…

    "Nenhum indivíduo nasce com património espiritual, todos nós nascemos limpos, tudo o resto são influências ( excelentes ou nefastas) que nos levam posteriormente a optar."

    Esta frase está cheia de espiritualidade sem o caro anónimo se dar conta...

    "nascemos limpos"

    "influências excelentes ou nefastas que nos levam a optar"

    Traduzindo...trazemos um espírito limpo que depois pode ser corrompido pelo bem ou pelo mal, conforme a nossa escolha.

    Quente, muito quente...já esteve mais longe.

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 00:52, Blogger Nuno Fonseca said…

    CBS,

    A datação radiométrica é limitada, e não mede, como no caso do carbono 14, para lá de 5 mil anos.

    Paz

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 00:58, Blogger Nuno Fonseca said…

    'Nenhum indivíduo nasce com património espiritual, todos nós nascemos limpos'

    E, no entanto, começamos a morrer assim que nascemos.

    E, no entanto, choramos por vezes como pela mama, fingindo, por manha, que temos fome.

    E, no entanto, não até entrarmos na primeira infância, somos lá capazes de sentimentos altruístas, ou da mera noção de alteridade, tudo remetendo à própria boca, e nada mais.

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 01:00, Blogger Nuno Fonseca said…

    'É dinamicamente impossível transportar uma placa tectónica com água. Isto está publicado, provado e assumido. É questão de consultarem'.

    E o que tem isso a ver com o Dilúvio?

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 01:03, Blogger Hadassah said…

    e a nossa susceptibilidade para receber essas inflências, e a possibilidade de opção de escolha, que tão bem refere, não é património que nos torna seres espirituais?


    No meio de tanta explosão espontânea de vida e de seres evoluídos de uns para os outros...porque continuaram todos os outros animais a nascer "limpos", livres de influências e de opções de escolha e só ficámos nós com este "capital" espiritual?

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 08:02, Blogger Luís Sá said…

    Este comentário foi removido pelo autor.

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 08:02, Blogger Luís Sá said…

    Nuno,

    A datação radiométrica há muito que evoluiu para lá do carbono 14. De facto o tempo de meia vida desse isótopo é de praticamente 6000 anos, mas isso deve-se ao facto do carbono 14 ser um isótopo relativamente instável. Ele é muito falado apenas porque é o mais usado para a datação de achados arqueológicos, já que as primeiras civilizações humanas surgiram há cerca de precisamente 6000 anos...

    Se considerares por exemplo a datação através dos isótopos de tório-230/urânio-234, a fiabilidade da datação aumenta para valores de 500 000 anos.

    Resta também acrescentar como nota curiosa (relativamente ao vídeo que puseste aqui). O tal "astrónomo" belga que descobriu o Big Bang, Georges Lemâitre, era padre jesuita. O Big Bang é um corolário e consequência matematicamente dedútivel da teoria da relatividade, e quando Lemâitre disse isso mesmo, o próprio Einstein ficou extremamente céptico (como aliás aconteceu com a física quântica). Durante décadas, mesmo já após Einstein ter aceite a teoria como certa, a comunidade cientifíca esteve reticente em aceitar a teoria. E sabes porquê? Porque era considerada "demasiadamente religiosa", já que postulava um princípio da criação. Impôs-se pela sua coerência matemática e física, algo que o criacionismo jamais terá capacidade de fazer.

    E depois vem um bacano mandar umas bocas foleiras (granted, faz rir o pessoal e é bom comunicador) a misturar coisas que não são misturáveis e a deitar areia para os olhos do pessoal. Está certo.

    Antonius Block

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 12:39, Blogger Scott said…

    A datação radiométrica também conta com a presuposição do "valor" nuclear inicial do isótopo em questão quando foi incorporado na amostra a ser avaliada. Partimos deste princípio com fé na nossa extrapolação com base no que observamos actualmente e com fé na ideia de que o universo é essencialmente constante em termos das leis físicas. De facto dependemos disto para podermos afirmar uma data qualquer mesmo que afirmamos (cientificamente) ter evidência empírica para um período estatisticamente insignificante perante a afirmação do tempo necessário para o isótopo degradar completamente para não falar do universo ter na ordem de biliões de anos. Cientificamente, isto é fé.

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 13:22, Blogger Luís Sá said…

    Scott,

    A ciência há muito que passou do domínio do estritamente observável. Aliás, nunca foi por ele condicionado.

    Descobriu-se que a terra era redonda milénios antes de se poder verificar que esta o era por observação directa. O mesmo se pode dizer das órbitas dos astros. O mesmo se pode dizer da física quântica. É absolutamente rídiculo e primitivo em termos epistemológicos afirmar que como ninguém estava "no princípio", não podemos saber se não pela revelação bíblica.

    Essa fé nada tem que ver com a fé religiosa Scott... embora eu concorde que a ciência pressupõe uma fé na inteligibilidade do mundo, não é da mesma natureza da fé revelada. Claro que a ciência se baseia em conceitos que interpretam a realidade e que extrapolam apartir dela, claro que é um discurso sobre a realidade com conceitos que não se encontram eles mesmos descritos como tal na mesma, mas isso não impede que seja um discurso muito diferente do religioso, ou do mítico. Os conceitos científicos testam-se pela sua eficácia na manipulação da realidade, e a compreensão da realidade através da ciência implica ganhos concretos e visíveis na capacidade de manipulação da mesma. E isso é algo que a destingue (pelo menos à superfície) do religioso.

    Estes assuntos epistemológicos são complexos, transcendendo em muito a minha capacidade de análise. Mas podes crer que rejeito os discursos pós-modernos sobre o assunto, que dão igual validade a todos os discursos sobre a realidade. Quando isso acontecer, a nossa civilização decaiu completamente (ora aí está algo que une o papa e os cientistas).

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 13:31, Blogger Luís Sá said…

    No caso da radiometria, ela já deu garantias de fiabilidade. Claro que não vivemos durante a época de decaimento de um isótopo e portanto não podemos acompanhar presencialmente o seu decaimento. Mas exceptuando a mecânica clássica (e mesmo essa tem que se lhe diga nesse aspecto), gostava que me indicasses uma área na ciência em que observemos os fenómenos directamente sem qualquer extrapolação.

    Além disso a radiometria combinada com dados geológicos e históricos bate certo. Portanto é todo um sistema de indícios que se comprovam mutuamente (claro, podemos sempre inventar teorias de conspiração básicas afirmando que todas elas se confirmam mutuamente porque todas elas foram construídas para o fazer, como se um grande cérebro articulasse tudo para bater certo só para chatear os tipos que interpretam literalmente o Génesis).

    É o que dá estas versões da sola scriptura à carroceiro, já que já S. Agostinho escrevia contra as interpretações literais do Génesis.

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 14:37, Anonymous NUOV said…

    "At 11:29 PM, cbs said…

    por favor mestre Nuno
    até eu, já ouvi falar em datação radiométrica, meu... tamos no séc. XXI
    :("


    Se quiserem estudar:
    http://www.answersingenesis.org/home/area/faq/dating.asp

    De outro modo, sois ignorantes

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 15:39, Blogger Scott said…

    Luís disse: "Essa fé nada tem que ver com a fé religiosa Scott... embora eu concorde que a ciência pressupõe uma fé na inteligibilidade do mundo, não é da mesma natureza da fé revelada."

    Anónimo disse: "A razão é a faculdade de ajustar o julgamento á informação, depois de a pesar. A fé é acreditar mesmo mediante informação contrária. Logo a fé é a negação da razão."

    Luís,
    Meu poste foi motivado mais como resposta ao comentário do anónimo do que por outro motivo, mas com a tua afirmação, acho que era bom apresentar uma perpectiva diferente.

    1) Datação radiometrica. Embora amigos e colegas religiosos possam levar isto mal, não ponho em causa este método nem as teorias em que se baseia. Ponho em destaque apenas a qualidade de presuposição em que isto depende. A ciência depende de um elemento de fé. Explicaste isto muito bem e deixo assim.

    2) O anónimo afirma que a fé é a negação de razão. Segundo esta lógica não existe a ciência. Todo conhecimento depende de uma certa quantidade de fé. O processo científico tenta limitar subjectividade no interesse de uma maior objectividade. Não obstante, há sempre situações de investigação em que faltam as tais condições e procedemos em fé até existir mais evidência empírica.

    Assim a fé não pode ser entendido como a negação da razão. De facto, a fé é a celebração do que já conhecemos e a esperança baseada nas implicações que a razão nos dá. Sem fé não haveria sequer o desejo da nossa parte para haver uma ciência qualquer.

    A fé e a ciência são diferentes (doh). Mais têm validade no que os toca. O problema entra quando tentamos aplicar a fé apenas sob as condições limitadas da lógica clássica ou usamos a ciência no domínio da metafísica. Há limitações para qualquer disciplina e era muito pobre se eu excluisse uma ou outra na procura da verdade.

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 17:57, Anonymous Anónimo said…

    O vosso grau de conhecimentos e o vosso nível cultural será por demais evidente, aliás penso que vocês serão o reflexo ideal da génese da religião.
    Este tipo de comentários sobre o dilúvio demonstra uma total incompreensão senão mesmo ignorância sobre geologia, em particular das disciplinas da tectónica de placas e da sedimentologia e estratigrafia. Façam favor de lerem e só depois comentarem, cultura não fica mal a ninguém. Errar é humano mas errar repetidamente é desumano.

    Nuno,
    A geometria dos estratos dobrados e fracturados é totalmente incompatível com deformação causada por água. É mecanicamente impossível. Geologia tem a ver com dilúvio, aprende.
    O conhecimento liberta.

    Caneira,
    Daqueles que por aqui têm comentado, serei dos raros que conhece alguns dos vários pontos de vista de toda esta “treta”. Certamente nunca terás lido “Pistis Sophia” (a bíblia dos gnósticos), o livro de Enoche – escrito a partir do séc. a.C., considerado «intertestamentário» porque se situa entre o antigo e o novo testamento –, que narra a origem da queda dos anjos ou por outras palavras como o “mal” vem garantir a sobrevivência da religião através da fé (sem a existência do mal a religião não faria sentido). Certamente não terás lido (tu que dizes ter sido aluno de direito [?]) “Malleus Maleficarum” o código penal da inquisição, mais conhecida por 2ª bíblia. Poderás começar pelo “Cântico dos Cânticos” cuja autoria atribuída a Salomão levantou alguma polémica. Antes de falares sobre algo, informa-te e pensa no que vais dizer porque fontes isentas não serão certamente os portais evangélicos e outros que tais. “Cultiva-te”.
    E já agora para demonstrares a todos nós um pouco da tua cultura religiosa conta, para ficarmos a saber, o significado dos “versículos satânicos” responsáveis pela condenação á morte de Salman Rushdie (ou o islamismo não é cultura religiosa?)

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 18:01, Anonymous Anónimo said…

    ó caneira diz lá aqui onde podemos encontrar o registo do dilúvio e a prova testemunhal da sua existencia, qual o cartório ou notário? és mesmo besta, só um burro diz asneiras dessas
    envergonhas a religião

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 19:31, Anonymous Anónimo said…

    Hadassah

    [“Esta frase está cheia de espiritualidade sem o caro anónimo se dar conta... “]

    A interpretação é tua, porque apesar de ter percebido – e lamento decepcionar-te –, essa história do “espírito” é destituída de conteúdo.
    Quando digo que nascemos limpos refiro-me a uma mente isenta de informação. Temos uma “mente” que se desenvolve “gravando” conveniências e inconveniência (segundo o ponto de vista de cada um) que posteriormente serão seleccionadas e usadas em conformidade nas as variadas situações. Será apenas raciocínio e instinto.

    A inteligência e capacidade de raciocínio, desenvolveu-se apenas no ser humano, em simultâneo com a sua “evolução”.

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 19:54, Blogger Luís Sá said…

    caro anónimo,

    Tem consciência que essa visão do ser humano de científica não tem nada certo?

    Primeiro a ideia de que o ser humano se desenvolve cognitivamente "armazenando informação" como se o cérebro se tratasse de uma grande biblioteca é mais uma parvoíce. O próprio cérebro vai sendo alterado à medida que é desafiado cognitivamente pela realidade exterior. Nós não vimos apenas isentos de informação, vimos cognitivamente por acabar.

    Aquilo a que a Hadassah se referia nada tem que ver com isso, mas trata-se de um nível muito mais infra-consciente. Repare-se por exemplo na personalidade de uma criança, algo que é identificável logo desde muito cedo. Também as suas aptidões e as suas dificuldades, e isso não vém apenas do facto de ter ouvido muito Mozart no útero materno. Cada um de nós vem já com uma marca do que virá a ser no futuro, uma predisposição (genética também pois concerteza) que nos torna ao mesmo tempo seres absolutamente únicos. Além disso por património espiritual também se pode entender o ambiente familiar desde o momento em que se nasce (que fica connosco de forma indelével para o resto da vida, mesmo quando dos primeiros meses de vida) que irá determinar as nossas ânsias, angústias e felicidades.

    Peço desculpa mas o caríssimo é básico como tudo, e nem sequer é um positivista minimamente inteligente. Diz umas generalidades da moda que se ouvem no bar ou no café sobre o que é a ciência e o que é o ser humano e já se dá todo por contente...

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 21:34, Blogger David Cameira said…

    Este comentário foi removido pelo autor.

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 21:37, Blogger David Cameira said…

    anónimo,

    Vai apanhar laranjas...

    LOL

    Tinha um comentario enorme ja feito, inclusive com recurso a videos do youtube,mas o raio doservidor foi abaixo e nao mo deixou aqui postar

    Tb nisto está a vontade permissiva de DEUS...seja então, pq aproveitei o desanimo para postar no meu blog

    Inclusive sobre as evidencias cientificas da descoberta da arca de noé e do estado em q foi descoberta

    Amanhã, se DEUS quiser, ponho aqui um link para que sejam patentes, tb neste blog

    Depois, o burro em pé, eu posso nao saber nada de gnósticos mas tu já provaste q nao sabes quse nada de ciencia

    Enfim vai ler o Darwin q ele, pelo menos, nega o catastrofismo e tu nem sequer conseguiste ai chegar

    Depois, assim de voo,tb me tens de explicar o q é q o curso de direito de um estado laico tem a ver com a inquisição ????

    LOOOOOOOOOOOOL

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 21:55, Anonymous Anónimo said…

    «catastrofismo» uma catástrofe é ter que ler todas as asneiras que escreves, tu não tens vergonha de seres uma aberração?
    o estado laico e inquisição não combinam, mas a treta que apregoas é ainda mais fanática do que inquisição
    e todos sabemos que o teu curso é de esquerdo ou direito aos ssss, pelo que escreves cheira-se á distância

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 22:02, Anonymous Anónimo said…

    Caro
    Luís de Sá

    Afirmar que toda a argumentação divergente daquela que opina parte de alguém “básico”, são argumentos difíceis de aceitar por quem não esteja condicionado á partida por superstições ou convicções ilusórias.

    Pelo que tenho reparado tudo o que possa contrariar a sua religião, é ciência, mesmo a minha simples opinião. Poderá explicar porque razão quando afirmo que um recém-nascido está “vazio de superstição” estarei a argumentar cientificamente?
    Provavelmente o “armazenamento de informação” deve-se ao megafone de deus, ou melhor trás já um “chip” ou o disco rígido” gravado por um informático conhecido como deus.
    Será trauma ou desejo de transformar a sociedade em estado submisso?
    Por essa lógica quando um recém-nascido ri de alegria poderemos considerar que estará “cognitivamente” em religião, quando chora estará “cognitivamente” em ciência.
    Diga-me ao menos a morada em que ele se encontra e se ele permite que eu seja fotografado ao seu lado. Ou mostre-me uma fotografia dele em amena cavaqueira com os crentes.
    A religião deveria ser (acima de tudo para as crianças) uma opção e não uma imposição

    Meu caro Luís de Sá, por ser fácil manipular os fracos de espírito, generalizou-se a ideia (mentirosa) de que falar polidamente permite dizer as maiores barbaridades. Os fracos de espírito, como a generalidade dos animais irracionais, não percebem o conteúdo da mensagem, mas, apenas o tom com que é passada, e podem deixar-se enganar pela suavidade do discurso.

    Como diria Ingersoll: “ A religião nunca será capaz de reformar a humanidade porque religião é uma escravidão”

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 22:02, Blogger David Cameira said…

    A BIBLIA nos exorta a " não dar aos cachorinhos as coisas santas "
    É isso que vou fazer em relação a este anónimo.

    enfim eles sabem de morfologia e sintaxe mas de ciêñcia nicles...e foram eles q invocaram o espantalçho da ciência para esconjurar a religião

    LOL

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 22:12, Anonymous Anónimo said…

    ó caneira tens levado umas lições de cultura desses anónimos que ainda andas tonto, deixa-te estar quieto e vê se aprendes qualquer coisa
    agora parece que os cães de fila resguardaram-se e veio o convencido, vê lá se aprendes

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 22:12, Blogger Luís Sá said…

    Caro anónimo,

    Deve ter sido a primeira pessoa aqui no Trento a quem chamei de básico e já muitos discordaram de mim. É que realmente é dos tipos mais básicos que já encontrei aqui.

    O resto do comentário é obviamente lixo. Não me vou dignar a comentá-lo já que não tem a mínima relação com o que disse nem sei se se deu ao trabalho de ler o que escrevi. Dispara qualquer coisa ao calhas na esperança que pegue. Deixe lá, fica para a próxima.

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 22:35, Anonymous Anónimo said…

    Caro
    Luís de Sá

    Fascinante, a sua resposta. O exemplo exacto do “profeta falacioso”, ou será misterioso?
    Basicamente quem terá questionado a sua religião desmistificando alguns “apêndices” será definitivamente básico, tendo em conta que você estará acima de “qualquer” coisa, estará certamente junto de deus…

    Caro Luís, (permita-me tratá-lo assim) a filosofia define a fé como uma crença com elevado grau de convicção na verdade de uma afirmação, sem razões que estabeleçam a verdade dessa convicção. Só assim se evita justificar a crença como sendo apenas ilusória. Acredito que consiga convencer toda essa “plebe tribal” mas dificilmente conseguirá sobrepor essa “filosofia de caserna” sem omitir a verdade.

    Quanto ao resto do seu comentário resume-se apenas a argumentação de embalar, onde assume (por conveniência) que temos uma marca “genética” (ciência!!!)

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 23:29, Blogger Hadassah said…

    caro anónimo não vou continuar a insistir naquilo que não quer compreender...a sua prioridade é desacreditar a existência de Deus...e ao dar-se ao trabalho de fazê-lo só demonstra que não será concerteza 100% ateu...

    O nosso espírito clama por Deus, mas nem todos conseguem "atender-lhe"...não espere que alguém prove a existência de Deus por si... ninguém irá conseguir fazê-lo...Ele só está ao alcance do indivíduo.

    Mas uma coisa lhe garanto é bem mais frustrante para alguém que descobriu Deus lidar com o cepticismo de um ateu, do que o contrário. Porque a fé, não se trata apenas de uma "esperança", de uma "fezada", mas de uma vivência com retorno.

    Para mim é tão evidente a separação entre espírito/alma e inteligência/cérebro...que me faz aflição constatar a sua confusão.

    Mas é normal que isso aconteça.

    Hadassah

     
  • At 20 de novembro de 2007 às 00:46, Blogger Nuno Fonseca said…

    Anónimo,

    'A geometria dos estratos dobrados e fracturados é totalmente incompatível com deformação causada por água'.

    Não é a mesma geometria que serve de comprovação para a submersão de parte do relevo terrestre na Era Glaciar? Isso é double-standard, amigo.

    Além do mais, o Evereste não precisava ser coberto para que toda a espécie fosse afogada, ou era?

    Falácia atrás de falácia.

     
  • At 20 de novembro de 2007 às 01:03, Blogger cbs said…

    Decidimos com base numa simbiose de factores, em parte originados no meio, em parte inscritos já no nosso código genético.
    É ler o Damásio.
    A tábua rasa nunca existiu.

     
  • At 20 de novembro de 2007 às 11:23, Blogger David Cameira said…

    aqui fica o link para o blog onde se encontram os referidos videos de introdução ao criacionismo científico, estão no post de Domingo, Novembro 18, 2007.

    http://oprofetacontinuadizimista.blogspot.com/

     
  • At 20 de novembro de 2007 às 18:49, Anonymous Anónimo said…

    Nuno Fonseca
    Não digas mais asneiras deixa-te ficar calado
    a tua ignorância é tanta que se deus existisse morria de vergonha
    estuda "mano" lê e aprende mas em silêncio
    tem dó de ti mesmo e absten-te de comentários

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 15:27, Blogger Nuno Fonseca said…

    E isso responde como à questão?

    Abstem-te tu de erros gramáticos, e ser-te-á mais fácil falar de sabedoria, 'mano'.

     
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