quarta-feira, novembro 14, 2007
Não existem meras coincidências
Dado o teor dos últimos commentários, achei muito Providencial receber hoje o seguinte artigo de um colega.
-Scott (raios! esqueço-me sempre de assinar... desculpem lá)

A Reader's Digest version of why I am a Christian.
Stan Guthrie posted 11/13/2007 08:33AM


Let's face it: Atheism is in. Not since Nietzsche have disbelievers enjoyed such a ready public reception to their godless message—and such near-miraculous royalties. But even that hasn't put them in a good mood. Snaps Christopher Hitchens, who wrote God Is Not Great: How Religion Poisons Everything (although not, presumably, the pronouncements of atheists), "Many of the teachings of Christianity are, as well as being incredible and mythical, immoral." A feuding Richard Dawkins suggests that believers "just shut up." Apparently, they didn't get the tolerance memo.

Other authors—including Douglas Wilson and Francis Collins—have quite capably refuted the new atheist shtick. But remembering Bertrand Russell's famous essay, "Why I Am Not a Christian," here is a Reader's Digest version of why I am.

Creation: The universe, far from being a howling wasteland indifferent to our existence, appears to be finely tuned through its estimated 13.7 billion years of existence to support life on this planet. Tinker with any one of scores of fundamental physical laws or the initial conditions of the universe—such as gravity or the cosmological constant—and we would not be here. As physicist Paul Davies has admitted, "I have come to believe more and more strongly that the physical universe is put together with an ingenuity so astonishing that I cannot accept it merely as a brute fact."

Beauty: Beethoven's Ninth, a snowflake, the sweet smell of a baby who has been sleeping, and a sunset beyond the dunes of Lake Michigan all point to a magnificent and loving Creator. And isn't it interesting that we have the capacity—unlike mere animals—to gape in awe, to be brought to tears, before them? Truly did David say, "What is man, that you are mindful of him?"

New Testament reliability: Compared with the handful of existing copies of seminal ancient works such as Homer's Iliad, the New Testament's provenance is far better attested. There are thousands of NT manuscripts in existence, some made within mere decades of the events they report. Scholar F. F. Bruce said, "The historicity of Christ is as axiomatic for an unbiased historian as the historicity of Julius Caesar."

Scripture: Unlike other religious texts, the Bible gives us the good, the bad, and the ugly of its heroes: Abraham, Jacob, David, and Peter among them. Further, Scripture's message rings true. It has been said that human depravity is the only religious doctrine empirically verified on a daily basis. And the Bible's gracious solution to our predicament, Christ's atoning death on the Cross, uniquely emphasizes what God has done, not what we must do, for our rescue.

Jesus: Christ's life and teachings are unparalleled in world history, as any Hindu, Buddhist, Muslim—or atheist—worth his salt will admit. Napoleon reportedly said, "I know men, and I tell you that Jesus Christ is not a man. Superficial minds see a resemblance between Christ and the founders of empires and the gods of other religions. That resemblance does not exist. There is between Christianity and whatever other religions the distance of infinity."

The trilemma: C.S. Lewis, commenting on Christ's claim to divinity, said: "You can shut him up for a fool, you can spit at him and kill him as a demon; or you can fall at his feet and call him Lord and God. But let us not come with any patronising nonsense about his being a great human teacher. He has not left that open to us. He did not intend to."

Resurrection: After the crucifixion, Jesus' tomb was found empty. His formerly despondent disciples then turned the Roman world upside down with the message that Christ had conquered death. And they were willing to die for it. The best explanation, according to N. T. Wright and other scholars, is that Christ rose from the dead.

Progress: Despite some horrific incidents perpetrated in the name of Christ, freedom and prosperity generally have followed Christianity. Sociologist Rodney Stark said, "The success of the West, including the rise of science, rested entirely on religious foundations, and the people who brought it about were devout Christians."

Testimonies: While many Christians have behaved badly, Christ specializes in turning sinners around. What other faith can boast of a Chuck Colson? A John Newton? A William Wilberforce? Then there are the innumerable soup kitchens, universities, hospitals, and orphanages founded to the glory of Christ. While many atheists are moral, how many such institutions has the atheistic ideal—uncoerced by Communism, which is itself a perversion of Christianity—produced?

My experience: Finally, as a forgiven sinner, I testify to an imperfect yet growing sense of God's peace, presence, and provision since receiving Christ more than a quarter-century ago. Despite occasional setbacks, my faith has deepened and strengthened, whatever life brings.

And that includes the angry rantings of atheists.

Copyright © 2007 Christianity Today
posted by @ 10:48 da manhã  
14 Comments:
  • At 14 de novembro de 2007 às 16:48, Blogger cbs said…

    Scott
    era interessante postar o famoso discurso de Russell em Battersea em 1927, e comentá-lo.

    Parte do que colocas são também as razões pelas quais sou cristão, mudo é a ordem. Fiz um post sobre isso (http://scriptoriumciberico6.blogspot.com/2005/06/porque-sou-cristo.html):
    1. O Transcendental, corresponde aqui a "My experience"
    2. Os Profetas, corresponde aqui de certa forma a "Testimonies"
    3. O Cristo, correspondendo ao "Trilemma" de C.S. Lewis

    Cada vez me sinto mais tentado, e depois de ler aqui, reforçado fico, a acrescentar um quarto ponto de justificação, a Ciencia (que para outros é motivo de afastamento) correspondendo aqui a "Creation", o primeiro referido.

    Mas o alicerce é mesmo a minha experiencia conjugada com a palavra de Cristo, é dai que sai a minha fé, graças a Deus cada vez mais forte... cada vez mais nítido o Amor do Criador

     
  • At 14 de novembro de 2007 às 17:38, Blogger Scott said…

    Quanto à ordem de importância, eu julgava que o Guthrie partisse damenor importância para chegar à maior.

    Seja como for, acho o artigo interessante.

     
  • At 15 de novembro de 2007 às 13:44, Anonymous Anónimo said…

    Nuno Resende

    Penitencio-me por esta breve ausência mas a minha vida profissional disponibiliza-me muito pouco tempo, além de que tenho família.

    Quanto a ti, penso que és um caso irrecuperável, perdido mesmo.
    Recomendo que recorras a ajuda clínica porque o teu caso poderá ser irreversível.
    O cão, á semelhança do homem, sabe distinguir um gato de um homem, revelando por isso um certo tipo de sabedoria embora seja duvidoso que tenha o conceito de homem. Contigo passa-se mais ao menos o mesmo, a tua mente infantil encharcada de proselitismo impede-te de raciocinar revelando grandes lacunas e debilidades mentais.
    Se eu considero a religião um “inibidor” que impede o crente de ser racional, no teu caso és o reflexo exacto de que a religião é o vírus da mente. Em ti, a religião parece-se mais com o sindroma de Estocolmo, adoras deus porque ele prendeu-te e encurralou e não te consegues libertar desse supervisor implacável que te atormenta.

    1.) Os teus comentários são mentiras intencionais repetidas até á exaustão a ver se passam por verdades. Sobre os “evangelhos gnósticos” fiquei elucidado com a tua ignorância e para provar (a ti e a todos que aqui passam) que és impostor (e idiota) deixo aqui um “link” onde poderás comprovar que – ao contrário do que tu dizes –, não serão 114 orações (passa a consultar sites isentos), mas sim como eu digo um conjunto de obras gnósticas.
    [ http://www.esquilo.com/bnh2_ev_gnosticos.html ]
    Estas obras publicadas pela “Esquilo”, além de caras são bastante eruditas pelo que poderás consultar uma edição para leigos, publicada pela Dra. Elaine Pagels. Tenta ler da mesma autora “Paulo o gnóstico” que terás grandes surpresas, é que nem tudo é público.
    Argumentar sobre esta matéria só se fores honesto e recuperares desse défice intelectual.
    Como poderás ler “A ignorância é escrava, a sabedoria liberta.”

    2.) Quanto á tua linguagem, caracteriza não só “cultura avulso” como “ignorância persistente”.
    Fazes uso de alguns conceitos filosóficos usando-os de forma ridícula. Fazes uso de uma argumentação cujo conceito desconheces e que te conduz ás fronteiras da imbecilidade.
    Falas em “epistemologia” e Platão ignorando que a epistemologia surge com Platão e é por assim dizer a ferramenta de validação do conhecimento. Para Platão, em oposição ao conhecimento temos fé ou opinião. O conhecimento é crença verdadeira e justificada, a fé é crença injustificada. Se não fosses ignorante jamais falarias em Platão.

    E já agora, quanto ao paradoxo não haverá nada para responder, ele é o que é e mostra ser.
    Quanto ao Deuteronômio ainda não respondeste, se o fizeste apagaste-o.
    Deus é amor (dizes tu) … o assassínio dos primogénitos comprova-o, também não comentaste.

    3.) Dizer que deus existe é uma proposição, é uma afirmação que pode ser verdadeira ou falsa. O que não devemos esquecer é que não são as proposições que confirmam a verdade dos factos, é precisamente o contrário, são os factos que tornam as proposições verdadeiras. Pelo que a tentativa de inverter este raciocínio está condenada a ser ilógica e irracional, no limite idiota.

    Como não existem factos (provas evidentes) que provem a existência de deus (nunca ninguém o viu, nunca assinou qualquer documento) porque razão deverei ser submisso a algo incorpóreo, a uma ilusão? Como cidadão (cumpridor) pago os meus impostos e cumpro as leis, porque deverei acreditar em algo que existe apenas na mente de uns quantos crentes?
    Humildade, no meu conceito é estar “aberto” ao conhecimento, ao saber. O que tu defines como humildade terá mais a ver com pobreza de espírito e ignorância.

    4.) Na parte que designas como “passando ao ataque” dir-te-ei para já (noutra altura comentarei) que religião é algo demasiado complexo, que não entendes por estar para além dos teus horizontes, a ver se compreendes:
    A religião é como uma moeda que tem duas faces. Uma (ilusória) será a “doutrina” – que é aquela que tu como crente conhece –, a outra será a “história” que é ocultada por todas as formas possíveis dos crentes evitando assim que estes questionem as contradições. Sendo que ela (religião) apenas se mantém por ser alicerçada em “dogmas” teológicos
    Por isso se diz que a fé é a negação da razão.

    Passa bem
    Demo

    Ps. - Eu não fujo ao diálogo deturpando a argumentação (que é o teu caso), eu evito é dialogar com quem teima em preservar a ignorância.

    João Leal, em breve responder-te-ei.

     
  • At 15 de novembro de 2007 às 14:44, Blogger cbs said…

    Nuno Resende?

     
  • At 15 de novembro de 2007 às 14:50, Anonymous Anónimo said…

    uno resende
    afinal os evg_gnósticos existem como ele disse
    és aldrabão vai pregar pra outra freguesia
    ele tem razão, és lerdo melhor és burro

     
  • At 15 de novembro de 2007 às 14:51, Anonymous Anónimo said…

    está por aí o aldrabão do nuno??????

     
  • At 15 de novembro de 2007 às 15:02, Anonymous Anónimo said…

    obrigado demo por me livrares desta kaverna eskura k tem komo lema a mentira
    vi a pag da éskilo e konfirmei k falas verdade
    vou komprar e sair daki k isto é só treta

     
  • At 15 de novembro de 2007 às 15:06, Anonymous Anónimo said…

    oi impostor ops NUNO
    já viste os gnósticos?
    ele tramou te não é por acaso que se chama demo

     
  • At 15 de novembro de 2007 às 15:17, Blogger samuel said…

    ...gnósticos só no fim do jogo.
    (...ão ...into)

     
  • At 15 de novembro de 2007 às 17:24, Blogger João Leal said…

    Samuel, 'gnósticos só no final do jogo..' fixe!

    Anónimo, não li quase nada da Pagels. Mas ela é um bocado especulativa, não é? Quer dizer, "Os Evangelhos Gnósticos' dela...a argumentação é um bocado forçada...e a questão das datas..hummm, complicado. Mas não li esse 'Paulo Gnóstico'. Onde é que se arranja?

     
  • At 15 de novembro de 2007 às 22:20, Anonymous Anónimo said…

    wikipédia

     
  • At 16 de novembro de 2007 às 10:19, Anonymous Anónimo said…

    como é k consguiste ler kuase 200 pgns em 15minutos?
    akilo não é o jornal desportivo

     
  • At 16 de novembro de 2007 às 11:33, Blogger Scott said…

    Só para equilibrar a leitura sugerida:

    http://users.auth.gr/~pv/Pauline%20Theology-%20Q.htm

    e

    Pauline Theology; E. Earle Ellis

    Mais uma vez, desculpem lá pelo inglês.

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 00:40, Blogger Nuno Fonseca said…

    'O estúpido disse no seu coração: Não há Deus' (Salmos 14:1).

    Anónimo,

    As tuas calúnias nada farão por ti. Refutei todos os teus argumentos, e evadiste-te, tal como fazes quando te inquiro. Mas também, um ateu é isso mesmo, e não tem respostas.

    1- O teu ódio e histeria impedem-te de leres concentradamente não só o que escrevo, mas também o escrito por ti. E não menti em lado nenhum, pois és tu o descrente, e mostras desonestidade em toda a letra. O evangelho agnóstico de 'Tomé' foi referido primeiramente por mim como exemplo dum dos textos gnósticos, para citar um dos seus versículos ridículos e hereges:

    ' Quanto aos evangelhos gnósticos, sim, li uns quantos, e principalmente o que me falas, o de 'Tomé'.

    E resposta, disseste:

    'Á semelhança da Bíblia o “Evangelho Secreto de Tomé” é constituído por vários livros… diz-me pelo menos o “nome” de um que tenhas lido e do que tratava. (aquele que eu citei quando escrevi o “lamento” gnóstico não vale). Deixa de ser mentiroso'.

    Contudo, provei que era tua a mentira, quando te citei, da wikipedia.org, a composição desse texto, que não é composto de vários livros, mas dum apenas, de 114 orações não capitulados:

    'The Gospel of Thomas is a New Testament-era apocryphon completely preserved in a papyrus Coptic manuscript discovered in 1945 at Nag Hammadi, Egypt. The book was bound in a method now called Coptic binding'.

    Como todos podem atestar, tu mesmo perdes-te no teu raciocínio, se é que ele o há.

    2- 'Fazes uso de uma argumentação cujo conceito desconheces e que te conduz ás fronteiras da imbecilidade'.

    Sim, às fronteiras da tua, mais propriamente. Porquê? Porque uso de lógica para provar Deus, e adequadamente, pois anulei-te, enquanto te restam insultos e passionalidade, por frustração de observares a tua fé desconstruída e derrotada.

    Quanto a Platão, de novo te distraiste do facto de eu o invocar como mero exemplo para ilustrar um raciocínio, e não sei a que propósito falas dele senão para asneares com um excerto ilustre. E não, ainda não provaste que a minha fé conflitua com a razão, nem jamais o farás.
    A fé, sendo a crença no que não se percepciona no seu todo, não significa que não possa ser justificada, pois posso usar a ciência e a razão para provar a evidência da minha fé, fé que surge primeiro que a razão, não sendo causa dela, mas fé que na razão se justifica. Ou seja: não sei para que creia, mas porque creio, sei.

    Toda a tese científica provada depende disto, ou pensas que Newton não foi movido por fé no que intuiu ser certo e veio a provar, e deve-o à casualidade da maçã que lhe tombou no crânio?

    Quanto à minha resposta sobre a questão de Deuteronómio, sim, já respondi, caro caluniador, mas de novo, a tua histeria te impediu de lê-la:

    ' 4- O Senhor é o autor da Palavra, e é o mesmo hoje, ontem, e eternamente. Ele é o dono da Vida humana, pois soprou o Espírito que animou o corpo do homem, e sendo este propriedade Sua, pode Ele fazer o quanto queira de nós. Sendo tu nascido da carne, e da semente de Adão, que com Eva provou do Fruto do Conhecimento do Bem e do Mal, obedecendo à serpente e em rebeldia para com Deus (Génesis 3:3-5), pensas-te no direito de decidir o que é malvado e benigno, mas não podes fazê-lo, pois não tens omnisciência para julgar todos os actos de dado sujeito, saber as suas motivações, e não possuis a legitimidade para o julgar perfeitamente para além do que a tua percepção humana limitada é capaz. Deus, sim. Se Ele diz que aquele homem é criminoso, ele o é, e como propriedade sua, o Senhor faz o que perante Si é justo.

    A boa notícia para ti é que Deus também é amor, e é misericordioso, e jamais condena um justo. Se és justo perante Ele, nada tens a temer, como quando Noé inquiria o Senhor sobre se em Sodoma e Gomorra um só homem bom perante Deus morava, e Ele não fez chover fogo e enxofre até que nenhum alma inocente de lá se evadisse.

    Agora aprende o que é bom perante Jesus, e arrepende-te, e sê nascido de novo sê nascido de Deus, e caminha, desde essa hora, nos Seus passos, para que descubras a Vida, e sejas, para sempre, verdadeiramente livre'.

    3- Se após três posts finalmente compreendes o carácter paradoxal, logo falacioso, da tua 'questão da pedra', significa ou a profundidade do teu espírito insidioso, ou a tua ignorância quanto ao estudo da mais elementar lógica. Repetindo, e para que leias melhor na segunda vez:

    'apresentaste um argumento que se auto-refuta, pois admites que Deus é omnipotente, mas sugeres o evento de Ele criar algo superior à omnipotência, o que é ilógico, pois nada há mais poderoso que a omnipotência, ou seja, que todo-o-poder (hence, 'Todo-Poderoso'). Responder sim ou não, seria ignorar a falaciosidade da tua pergunta, que vem, por si mesma, sabotada.

    1. Deus tem todo o poder.
    2. Uma pedra é mais poderosa que Deus.
    3. Logo, ou:
    a) Deus não tem todo o poder (e 1. é falsa), ou:
    b) A pedra não é mais poderosa (e 2. é falsa)'

    Claro que as proposições têm de ser provadas verdadeiras, mas foste tu que no teu falso silogismo pressuposeste, ao mesmo tempo, duas proposições que se contradizema, ou seja: existência dum Deus omnipotente, e de algo superior à omnipotência, sendo que esta última se auto-refuta, pois nada de mais poderoso há acima da omnipotência, que se define por ser, obviamente, a totalidade absoluta do poder.

    Seguidamente, cometes outra afirmação auto-refutatória:

    'Como não existem factos (provas evidentes) que provem a existência de deus (nunca ninguém o viu, nunca assinou qualquer documento) porque razão deverei ser submisso a algo incorpóreo, a uma ilusão?'

    Aqui, subentendes o seguinte axioma:

    'Só se chega à verdade universal por meio da ciência.

    No entanto, podes provar, cientificamente, que a ciência é a única forma de se compreender a verdade universal? Não. Então a tua proposição está errada.
    Por outro lado, e se consideras que por meio de a) evidências, b) testemunho ocular e documentação, se prova Deus, então as há:

    a) A existência duma criação inteligente subentende um criador inteligente, ou como o grande cientista e crente, Albert Einstein disse: 'Ao vislumbrar uma pintura, só posso concluir que houve um pintor'.
    Tens um universo que opera harmoniosa e ordeiramente, onde há biliões de astros e galáxias, e um sistema solar, onde uma terra se posiciona não mais ou menos distante daquele kilómetro preciso frente ao sol, para possibilitar a vida humana.
    Se sugeres que uma criação harmoniosa, ordeira, inteligente, foi fruto do acaso, que em si é desarmonioso, desordeiro, e vácuo de inteligência, contradizes-te.

    b) Jesus foi visto, conhecido, escutado, testemunhado, e adorado em vida, na terra, e acima dela, e os Evangelhos, assim como relatos históricos seculares (Suedónio, Josefo, etc), e a datação cronológica que usamos, havendo o nascimento de Cristo como centro da história, provam o atestamento ocular e escrito da 'imagem visível do Deus invisível', e da revelação do 'único Deus verdadeiro', tido como certeza pelos seus contemporâneos e extemporâneos, e cuja negação jamais foi validada.

    4- 'A religião é como uma moeda que tem duas faces. Uma (ilusória) será a “doutrina” – que é aquela que tu como crente conhece –, a outra será a “história” que é ocultada por todas as formas possíveis dos crentes evitando assim que estes questionem as contradições. Sendo que ela (religião) apenas se mantém por ser alicerçada em “dogmas” teológicos
    Por isso se diz que a fé é a negação da razão'.

    1- Nunca poderás provar, como não fez homem algum desde que há Escritura, a falibilidade da mesma, nem que esta não é senão a Palavra perfeita de Deus.

    Se não: cede-me um só exemplo.

    2- A história só comprova a veracidade da Bília, quer nos seus relatos do VT, quer do NT.
    A Palavra pede um 'exame de fé', ou seja, uma atitude racional e de inquirição da Escritura (Salmo 119), e aparte do obscurantismo católico que é tradicional neste país, todo o cristão é instado a erudir-se na sabedoria de Deus, questionando e aprendendo.

    Se não: cede-me um só exemplo.

    3- A razão vem pela fé, e o que se sabe, se certo, é fruto duma crença, de raíz, verdadeira.

    Se não: cede-me um só exemplo.

    -----------------------------------

    Paz.

     
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