segunda-feira, novembro 12, 2007
Apelo à Apologética.
Permitam os meus manos amados que discorde, mas o cristão nada teme: nem o 'vale da sombra da morte', nem o ateu, tão anónimo num blogue como no Livro da Vida. Pois sob o Espírito da Verdade, ouvida de lábios humildes perante Deus, quem sabe se esse pecador não dobrará o joelho, e confessará que Jesus é o SENHOR?

A Palavra é espada de dois gumes: um salva, edifica, santifica; e o outro, julga, submete, condena -- e qual das lâminas o caído provará, depende somente dele, se vem sob fé, procurando um Salvador, ou sob má-fé, expor a sua própria iniquidade, e obviar-nos o porquê de a nós pertencer a Vida Eterna, e a este o Lago de Fogo. Sim, a Bíblia é a Luz, que ora ilumina o caminho para a Salvação, ora alumia e mostra o vácuo na alma do descrente.

Que, perante o Juiz de todos nós, estes incrédulos não nos mencionem quando, no seu alibí desesperado, declarem: 'Fui a um blogue mantido por filhos Teus, e eles desdenharam-me, e não me mostraram a Tua Escritura, nem me avisaram que caminhava na vereda que é certa ao homem, mas que leva às vias do condenamento'.

Não.

A Escritura é a maior arma conhecida pelo homem, e somos testemunhas do Seu poder. Perserverando na Palavra, sei por experiência que nenhum homem pode contra Ela, e desafio quem quer que seja que duvide do Evangelho, a provar que ele não é senão infalível, invencível, irrefutável. Todos tragarão o pó apologético, caso discordem. Ou serão salvos, se aceitarem a Graça de Cristo, que nos disse:

'Porque Eu vos darei uma boca de sabedoria, a que não poderão resistir nem contradizer todos quantos se vos opuserem' (Lucas 21:15).

Ámen.

Aleluia.

Glória ao nome do SENHOR.

Nuno Fonseca
posted by @ 12:00 da manhã  
25 Comments:
  • At 12 de novembro de 2007 às 00:53, Anonymous Anónimo said…

    «é a maior arma conhecida pelo homem, e somos testemunhas do Seu poder. Perserverando na Palavra, sei por experiência que nenhum homem pode contra Ela, e desafio quem quer que seja »

    Esta passagem faz lembrar um vendedor de banha da cobra :)

    Certo; é possível debater desde que haja ideias. Se não existirem, como sucedeu por aqui, não se trata de debate teórico mas de crença mágica no poder de conversão recíproco.

    Para debate, bastava-lhes desmontar mostrar os erros dos textos do Dawkins.

     
  • At 12 de novembro de 2007 às 00:57, Anonymous Anónimo said…

    Teoricamente ninguém pode provar nada em relação a Deus. O que se pode é demonstrar como os argumentos afirmativos ou negativos contêm erros. Os que aqui apareceram eram tamanha nódoa que não mereciam a perda de tempo.

     
  • At 12 de novembro de 2007 às 01:19, Blogger Nuno Fonseca said…

    Dei-te matéria mais que suficiente naquele outro post para poderes refutar, se errados: números, cálculos, referências, etc. E o que fazes?

    Evades-te.

    Mas não te sintas humilhado: ateus, evolucionistas, islâmicos, Testemunhas de Jeová, espíritas, fizeram o mesmíssimo perante a Palavra, e tu és só mais um para testemunho futuro.

    Arrepende-te e sê salvo.

     
  • At 12 de novembro de 2007 às 01:27, Anonymous Anónimo said…

    Este anónimo não é o ateu do demo :)

     
  • At 12 de novembro de 2007 às 07:21, Anonymous Anónimo said…

    A este propósito diz justamente o salmista: “Quem procurará a misericórdia e a verdade do Senhor junto Dele?” (Sl 60, 8). […] E por que dirá “junto Dele”? Porque são muitos os que procuram instruir-se acerca do amor do Senhor e da Sua verdade nos Livros sagrados. Porém, uma vez aí chegados, vivem para si próprios e não para Ele. Procuram os seus próprios interesses, e não os interesses de Jesus Cristo. Apregoam o amor e a verdade, mas não os praticam. Já aquele que ama a Deus e a Cristo, quando prega a verdade e o amor divinos, é para Deus que os procura, e não no seu próprio interesse. Não prega para daí retirar vantagens materiais, mas para o bem dos membros de Cristo, ou seja, dos seus fiéis. Distribui-lhes aquilo que aprendeu em espírito de verdade, de tal maneira que “os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para Aquele que por eles morreu e ressuscitou” (2 Cor 5, 15). “Quem procurará a misericórdia e a verdade do Senhor?"
    Sto. Agostinho

     
  • At 12 de novembro de 2007 às 09:41, Blogger Nuno Fonseca said…

    A que propósito?

    Nada sabem sobre a minha vida pessoal, e não podem provar se vivo para mim, ou se fui santificado plenamente pelo Espírito e tenho dons, frutos Seus pelos que seja reconhecido.

    Mas digo-vos que esta paciência em escutar-vos, a longanimidade em não me exaltar perante as vossas acusações, e o meu amor em continuar a falar-vos de Deus são já indício que sou do Senhor. E isto não é mérito meu, mas obra da Graça.

    Se bem que com má-fé nada disto será vez alguma atestado.

    Paz.

     
  • At 12 de novembro de 2007 às 13:28, Blogger samuel said…

    Caro Nuno

    Só por me proporcionares a possibilidade de imaginar a cena (de filme) dos ateus, no juízo final perante Deus, fazendo queixinhas de um blog... valeu a pena voltar aqui!
    Ah, e voltar a ler a palavra "longanimidade" também foi um bom regresso à juventude.
    Abraço.

     
  • At 12 de novembro de 2007 às 13:47, Blogger Nuno Fonseca said…

    Samuel,
    Sei que o cenário é inverosímil, mas o pecado do cristão pós-moderno é a apatia e a tepidez. Assim, convém nivelar o nosso esforço de evangelização bem acima, e não deixar brechas. Isto em detrimento do nosso sono, é certo, mas o Espírito Sto é que manda.

    'Longanimidade'. Gosto do vocabulário da tradução Almeida, pois, para mim, é a Escritura tal e qual como soaria, se o próprio Camões a vertesse: tem requintes renascentistas, mas também uma clareza lexical própria dum pragmata, que palmeou a Terra e viveu a sua vida bem vivida.

    Paz.

     
  • At 12 de novembro de 2007 às 16:59, Anonymous Anónimo said…

    Caro Nuno Fonseca

    “ Bem aventurados os pobres de espírito, pois deles será o reino dos céus.”

    1.) O problema em responder-te não está “naquilo” que tenho para dizer, mas sim no “como” dizer. Ao debitares quilos de “cultura avulso” permites testemunharmos um vácuo intelectual que de tão imbecil que é nem chega a estar errado, simplesmente não faz sentido, é um absurdo.
    Seria uma piada de proporções cósmicas se não fosse tão trágico.

    Mas desmistifiquemos então:
    [“Anónimo, não podes desmontar a Bíblia, nem provar que a Palavra de Deus não é inspirada. Nunca ninguém o fez nos últimos 4000 anos, nem o fará.”]
    O “português é difícil, mas é acessível. Eis a prova de que o disseste.
    (“…, não podes desmontar a Bíblia, … Nunca ninguém o fez nos últimos 4000 anos, …)
    * - Afinal o primeiro erro poderá estar numa mentira

    2.) A “cultura avulso” ou cultura do “copy/paste” é o resultado de uma ignorância que ao sentir-se privilegiada teima em manifestar-se. Pelo conteúdo do que escreves (um absurdo), todos nós ficamos elucidados e sem dúvidas de seres “capaz” e estares “á altura” para uma análise heurística e hermenêutica dos textos, acima de tudo pelos teus conhecimentos em aramaico, copta, grego e latim dos séc. I e II a.C.
    Permite-me dizer-te isto em linguagem vulgar. A linguagem da ciência é para cientistas, a filosofia é para filósofos, a história é para historiadores. Ou seja, cada um “mija” com a sua e devemos deixar a do vizinho em paz.
    Quanto ao copy/paste que fizeste – sem te dares ao trabalho de leres a totalidade do que estavas a copiar (só faltou referires a humidade) –, terás sido o único em todo este universo planetário, mesmo contrariando toda uma comunidade científica, a decifrar que “textos gnósticos” seriam favoráveis ou confirmariam a fiabilidade da bíblia, o que no mínimo será suficiente para uma candidatura a um qualquer prémio das ciências. A isto designo por pérola da exegese evangélica ou cânone da erudição.

    Os “evangelhos gnósticos” (que tu não leste nenhum), servem não só para contrariar a “ordem” reinante como pôr em causa alguns princípios básicos da “doutrina” cristã.
    Ao contrário do que tu dizes, o “Evangelho Secreto de Tomé” [escrito em copta (e descoberto no séc. XX em Nag Hammadi] veio confirmar a veracidade do “Evangelho de Tomé” [escrito em grego (e descoberto em finais do séc.XIX)].
    É do “Evangelho Secreto de Tomé” que, segundo um grande número de estudiosos e eruditos pensa, existir a possibilidade de os 4 evangelhos canónicos teriam sido extraídos, não só porque terá sido compilado 60 anos antes que os outros, assim como contém vários trechos com os ensinamentos (esotéricos) selados da bíblia.
    Este “evangelho” será o mais polémico não só por considerar o “nascimento virgem” e a “ressurreição corporal” com equívocos ingénuos, por considerar a relação marital entre Jesus e Madalena mas acima de tudo por começar assim:
    [“Estas são as palavras secretas que o Jesus vivo proferiu, e que o seu gémeo, Judas Tomé, anotou ”] O seu significado deixo á tua consideração… e imaginação.
    Isto é cultura e está publicado, é questão de adquirires.
    * - Afinal o segundo erro poderá pecar por simpatia… És pior do que parecias.

    3.) O crente, por fé, acredita (ou procura) o deus dele mas não procura nem acredita em “zeus, odin ou baal” porque a fé no deus dele nega a existência de outros deuses. A liberdade religiosa deixa de ser possível, passamos a viver em estado submisso ou ditadura religiosa…

    [“O Deus de que falo é o único Deus verdadeiro (João 17:3) …”]
    Serias o primeiro a admitir que o teu deus seria falso. Mas o mais grave é que nem sequer sabes quem é o teu deus.
    O “deus” dos cristãos é o abraâmico, é aquele que está na origem das três religiões monoteísta, cristianismo, judaísmo e islamismo. Este “deus” uno e único caracterizado pela sua omnisciência (tudo sabe), omnipotência (tudo pode) e omnipresença (está em todo o lado) é um ser incorpóreo e eterno e terá sido um legado do povo hebraico mas somente no séc. VI – VII a.C. e segundo os crentes não necessita de provas para se fazer anunciar credível.

    E agora se me permites – uma vez que o consideras verdadeiro –, e és de uma erudição que tratas por tu a filosofia e as suas falácias deixo-te com este paradoxo que justifica que ele não será assim tão “omnipotente”.
    Relativamente á coerência sobre a existência de “deus” existe a necessidade de saber se ele será tão “omnipotente” que consiga criar uma pedra tão grande que não possa com ela. Se ele realmente é “omnipotente” certamente conseguirá criá-la, mas se o fizer deixará de ser “omnipotente” porque não pode com ela… Afinal em que ficamos, a tua opinião seria interessante, senão mesmo necessária.

    4.) Já que por aqui torna-se prioritário atacar quem questiona, vamos lá agora de forma aberta interpretar a “palavra”

    [“Não acrescentareis á palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do SENHOR vosso Deus, que eu vos mando”] (Deuteronómio 4:2)

    Como sou leigo em doutrina peço a vossa ajuda para que me corrijam se estiver errado.
    Quanto a mim, que sou leigo (repito) isto significará que a palavra de deus é aquela, só aquela e que nada deverá ser acrescentado ou retirado daquilo que “ele” possa ter dito.
    Esta é a minha interpretação, pelo que ao ler de seguida (Deuteroniomio 13:6) fico deveras preocupado com um deus que incita a violência até á morte com requintes de malvadez (á pedrada). Um deus favorável a um espectáculo de sangue em que a arte é a violência e a tortura é a cultura.

    Deuteronômio Capítulo : 13
    6 Quando teu irmão, filho da tua mãe, ou teu filho, ou tua filha, ou a mulher do teu seio, ou teu amigo que te é como a tua alma, te incitar em segredo, dizendo: Vamos e sirvamos a outros deuses! - deuses que nunca conheceste, nem tu nem teus pais,
    7 dentre os deuses dos povos que estão em redor de ti, perto ou longe de ti, desde uma extremidade da terra até a outra -
    8 não consentirás com ele, nem o ouvirás, nem o teu olho terá piedade dele, nem o pouparás, nem o esconderás,
    9 mas certamente o matarás; a tua mão será a primeira contra ele para o matar, e depois a mão de todo o povo;
    10 e o apedrejarás, até que morra, pois procurou apartar-te do Senhor teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão.


    Fica bem e “cultiva-te”.
    Demo

     
  • At 12 de novembro de 2007 às 18:07, Blogger João Leal said…

    caro anónimo,

    que maravilha de argumentação.
    O paradoxo da Omnipotência é também bastante engraçado.
    Sou cristão, não se engane. Mas concordo consigo. A Bíblia está por demais valorizada. Sinto-me orfão de dezenas de tradições que sucumbiram perante os papistas e seus filhotes (evangélicos que por aqui andam). O que o mundo perdeu com o silenciar dessas tradições nunca poderá ser reposto.
    Claro que o Nuno, por acreditar com muita força (não, não acho admirável alguém acreditar com muita força em algo que não me seduz), nunca poderá perceber o que é a verdadeira liberdade de pensar por si. Precisa da muleta...
    " Deus, livra-me de pensar por mim mesmo", dirá ele. Se não o disser ainda é menos admirável...

     
  • At 12 de novembro de 2007 às 18:09, Blogger João Leal said…

    Ah, e não se preocupe em esperar uma resposta dele. Vai assobiar para o lado e passar para o assunto seguinte.Estes amigos aqui são uns craques nisso...

     
  • At 12 de novembro de 2007 às 18:37, Anonymous Anónimo said…

    Não há ninguém que dê uma ajuda ao João Leal para passar ao ateísmo militante?

    É que a continuar assim, com tanta soberba indecisa, a descendência é que paga nos acampamentos de inciação radical.

     
  • At 12 de novembro de 2007 às 18:40, Anonymous Anónimo said…

    Estes amigos aqui são uns craques nisso...

    Estes amigos, aqui, no mundo virtual, foram feitos à medida do ressabiamento dos que nem para inimigos têm tomates.

     
  • At 12 de novembro de 2007 às 18:44, Anonymous Anónimo said…

    http://small-church.blogspot.com/2007/07/acampamentos-baptistas-nunca-mais.html

    Ai, cruzes, estes baptistas são um ra...ça, balha-me deus...

    E depois a garota é que paga e eu ainda tenho de pedir desculpa pelo chordinho nas costas...

     
  • At 13 de novembro de 2007 às 01:16, Blogger Nuno Fonseca said…

    Caro anónimo,

    Após derrotar os teus argumentos anteriores, vejo que na impossibilidade de refutares os meus factos, devidamente apontados e consultáveis, vês-te na obrigação de questionares o meu método científico, e de insultares a minha inteligência.

    1- Conheço de cor essa tua falácia ad hominem, e o quereres fazer de mim um ignorante, e distrair os mais, de forma a esquecer o facto de que não consegues ser sintético e objectivo na abordagem do tema, pois a lógica mais humana, e a Verdade divina, estão contra ti. De facto, nada sabes sobre a minha educação, e o descreveres como 'ridículos' os meus dados concretos (quais? porquê? como?), não te permitem escapares da realidade que a eles não soubeste responder, e evadiste.

    2- Subentenderes que só se pode fazer uma leitura (hermenêutica ou não) da Palavra, e dos apócrifos, sabendo as suas línguas de origem é, também, falacioso, porque, imagina só: toda a Cristandade da pós-Antiguidade leu uma Bíblia traduzida, e eis que concluiu o mesmíssimo que eu, em pleno séc. XXI, em Queluz de Baixo, Barcarena: Ela é a Palavra de Deus, que se revelou a nós em Jesus Cristo, Esse que na Cruz nos remiu do pecado para que eternamente vivessemos (João 3:16). Caso não creias na fidedignidade duma tradução para se ler certa obra e decidir sobre a sua legitimidade, ficas limitado a uma biblioteca estreitíssima, duma mancheia de idiomas, e assim, negas que Camões alguma vez pudera compreender Homero, ou que Harold Bloom, embora tenha aclamado o talento de Pessoa, não leu o poeta melhor que tu, por limites idiomáticos óbvios.

    Passando à próxima falácia:

    'Permite-me dizer-te isto em linguagem vulgar. A linguagem da ciência é para cientistas, a filosofia é para filósofos, a história é para historiadores. Ou seja, cada um “mija” com a sua e devemos deixar a do vizinho em paz' [sim, copy-paste: não faniques].

    Na tentativa de me pores no meu lugar -- pois alguém que enumere dados certeiros ou 'avulsos' vindos de disciplinas científicas várias, e faça copy-paste deles, aparentemente é extraordinário ou fraudulento, segundo a tua concepção obtusa do que é o intelecto humano -- cometes o absurdo, e aqui, sim, o absurdo, de muito dogmaticamente ordenares que não existe interdisciplinariedade nas ciências concretas: como se Platão jamais houvesse elaborado o modelo político ocidental (vide: República) baseado na filosofia dos pré-socráticos, ou Saussure atestado o significado do símbolo linguístico através dum estudo fonológico, e que Jacques Derrida e Noam Chomski são tão irreais como o Deus que adoro, segundo dizes. E então que dizer de disciplinas científicas advindas da fusão de disciplinas científicas: neuro-linguística, semiótica, ontologia, epistomologia, etc? A interdisciplinariedade sempre existiu, adormeceu na Idade Média, mas sobrevive desde o Renascimento, e tu não mudarás isso, anónimo. Lemos, consideramos, absorvemos o que apetecermos, e onde houver facto provado e comprovado, há riqueza para a nossa sabedoria. E, no caso da apologética cristã, irei à arqueologia, à história, crítica literária se preciso, e nada podes fazer senão examinar os meus números, e contrargumentares-me à letra [sic], que não tens feito.

    Quanto aos evangelhos gnósticos, sim, li uns quantos, e principalmente o que me falas, o de 'Tomé'. E é irrisório pensar que alguém considera equivocados o nascimento virginal do Messias e a ressurreição real de Jesus, mas que aprecia aquele texto copta, que nos ensina, entre outras coisas, que uma mulher é indigna de vida, e que só poderá ver o Reino se mudar de sexo (v. 144). Esqueces-te, também, que a tua falácia cronológica nada faz pela legitimidade do evangelho apócrifo, pois a data que me referes é meramente estimada, (por quem? onde? como?), e segundo a fonte que te dei, esta é tida pelos especialistas entre 140-170 -- mas, em todo o caso, mostrei-te já como Paulo reconhecia a heresia gnóstica no seu tempo, e como estes ensinavam 'outro Cristo', longe dos apóstolo que dEle aprenderam, e contrariando a Escritura, preservada em Israel, pelo sacerdócio. Ademais, para tua informação, quer o nascimento virginal, que a ressurreição real, são confirmações proféticas do VT, ou a Torah, (a que os apócrifos contradizem), mais propriamente o Livro de Isaías, que os anunciou, assim com outros profetas da Torah previram a data e o local exactos da natalidade do Cristo, Seu anunciador, obra, morte e qual, levantamento da sepultura, e ascenção ao Céu.

    Terminando este ponto, acabas com uma prova da ilegitimidade dos evangelhos apócrifos com essa citação. Eles intitulam-se como secretos, pois remontam, como já disse, ao gnosticismo oriental e alexandrino, que anuncia a iluminação por meio da Gnose, conhecimento místico ao qual apenas uma elite é digna de absorver. Ora, isto conflitua com o Senhor que salva pela Graça, e assim era conhecido entre os judeus, e no primeiro século lhes lembrou:

    'Isto é a vida eterna: que Te conheçam [gr. GINOSKO], o único Deus verdadeiro, e Aquele que enviaste, Jesus Cristo' (João 17:3).

    Deus é amor (1João 4:8). Não salva por mérito humanos, mas gratuitamente, pela Graça (Efésios 2:8). E a vida eterna depende de quem Ele permita que O conheça, e este não é um conhecimento intelectual ou místico, mas um conhecimento íntimo e pessoal, como atestado pelo verbo 'ginosko'. Ou seja, o Deus que é amoroso e sabe que a salvação humana depende de que Ele seja conhecido, não se evade, não se oculta, mas revela-Se e achega-Se a quem se deseja chegar a Ele, e não a uma elite, mas a todo o que nEle crer (João 3:16) .

    3- Jesus disse: 'Quem não é comigo é contra mim' (Mateus 12:3) e disse: 'Eu sou o Caminho, a Verdade, e a Vida' (João 14:6). O Cristianismo não se afirma como religião, mas diz ser a Verdade absoluta, por isso ou está completamente certo ou completamente errado, e é por isso que uso de lógica para defender o Cristianismo, anónimo. Ele não necessita de provas para ser crido, mas isso não implica que o cristão não tas dê, como aqui faço: apenas Ele é não é limitado pelo mundo físico, e não verás todo o Deus, observando só a Criação.
    O nosso amor ao outro, não-cristão ou descrente, baseia-se na tolerância, e no direito deste estar errado. A nossa missão é convertê-lo amorosamente.
    A questão da omnipotência ser provada pela 'falácia da pedra' é velha, e nada conclui: Deus é omnipotente, e nada havendo acima da omnipotência, não é lógico sugerir que uma pedra fosse superior à omnipotência de Deus, pois se ela assim fosse, tal não seria omnipotência de todo. Sendo Deus omnipotente, e nada havendo acima da omnipotência, a tua falácia tomba, por causa desta proposição errada: 'tão “omnipotente” que consiga criar uma pedra tão grande que não possa com ela', que contradiz a natureza da omnipotência.

    4- O Senhor é o autor da Palavra, e é o mesmo hoje, ontem, e eternamente. Ele é o dono da Vida humana, pois soprou o Espírito que animou o corpo do homem, e sendo este propriedade Sua, pode Ele fazer o quanto queira de nós. Sendo tu nascido da carne, e da semente de Adão, que com Eva provou do Fruto do Conhecimento do Bem e do Mal, obedecendo à serpente e em rebeldia para com Deus (Génesis 3:3-5), pensas-te no direito de decidir o que é malvado e benigno, mas não podes fazê-lo, pois não tens omnisciência para julgar todos os actos de dado sujeito, saber as suas motivações, e não possuis a legitimidade para o julgar perfeitamente para além do que a tua percepção humana limitada é capaz. Deus, sim. Se Ele diz que aquele homem é criminoso, ele o é, e como propriedade sua, o Senhor faz o que perante Si é justo.

    A boa notícia para ti é que Deus também é amor, e é misericordioso, e jamais condena um justo. Se és justo perante Ele, nada tens a temer, como quando Noé inquiria o Senhor sobre se em Sodoma e Gomorra um só homem bom perante Deus morava, e Ele não fez chover fogo e enxofre até que nenhum alma inocente de lá se evadisse.

    Agora aprende o que é bom perante Jesus, e arrepende-te, e sê nascido de novo sê nascido de Deus, e caminha, desde essa hora, nos Seus passos, para que descubras a Vida, e sejas, para sempre, verdadeiramente livre.

    Paz.

     
  • At 13 de novembro de 2007 às 09:49, Blogger João Leal said…

    Anónimo,

    granda pinta de comentários! U-A-U!!

    "Soberba indecisa"- esteve muito bem.
    "ressabiamento dos que nem para inimigos têm tomates"- magistral! Parece Herbert Helder, caro anónimo.

    Você não diz nada!

     
  • At 13 de novembro de 2007 às 12:10, Anonymous Anónimo said…

    não o anónimo da memorável, aqui, argumentação a demostrar o caminho da luz aos habitantes da caverna... venho só mesmo felicitá-lo... ufa até que enfim...

     
  • At 13 de novembro de 2007 às 14:58, Blogger Nuno Fonseca said…

    Só falta é saires da caverna.

    Ou também vais ignorar aquela argumentação, como todas as outras que te abafam?

    Repito: esta é uma luta que nunca vencerás.

     
  • At 14 de novembro de 2007 às 12:55, Blogger Nuno Fonseca said…

    'Ressabiamento dos que nem para inimigos têm [expletiva]'.

    Acusas outros de covardia quando nem o teu nome mostras, anónimo?

    Possuo virilidade para confrontar os meus inimigos e, graças a Deus, mais ainda para amá-los, e tu mesmo és prova disso.

    Paz.

     
  • At 14 de novembro de 2007 às 13:05, Blogger cbs said…

    "ressabiamento dos que nem para inimigos têm tomates"

    ela não falava para ti Nuno, ela tem uma fixação em mim, lol, sou eu o "sem tomates"

     
  • At 14 de novembro de 2007 às 15:43, Anonymous Anónimo said…

    Tanta estupidez que por aí vai.

    Aquela resposta, com citação do João Leal, só se podia aplicar ao joão Leal.

    citação do JL:

    Estes amigos aqui são uns craques nisso...

    Comentário:

    Estes amigos, aqui, no mundo virtual, foram feitos à medida do ressabiamento dos que nem para inimigos têm tomates.

     
  • At 14 de novembro de 2007 às 18:03, Blogger João Leal said…

    Chiça, anónimo

    você escreve mesmo mal. não se percebe patavina.

     
  • At 14 de novembro de 2007 às 18:56, Anonymous Anónimo said…

    Se não percebe é duplamente burro porque percebeu à primeira. Os comentários com a citação das suas palavras eram-lhe dirigidos a si e a mais ninguém.

    Escusa de se esconder atrás dos outros porque a sua hipocrisia está à vista.

     
  • At 14 de novembro de 2007 às 18:58, Anonymous Anónimo said…

    Anda sempre a dar uma no cravo e outra na ferradura, Nem as suas posições é capaz de assumir. Depois dá o dito por não dito e vem ao ritual do lambe-botas.

    Como também só por aqui anda para ferroadelas pessoais, não merece que se lhe responda noutros termos.

     
  • At 16 de novembro de 2007 às 13:52, Blogger João Leal said…

    Olá Anónimo agressivo : )

    Sim, já me chamaram burro antes. E devo ser, porque continuo a não entender.
    É engraçado, isto. Você escreve mal, o que é quer? Não consegue bem, de uma maneira que considere boa. Ore tente lá.
    Ora bem, uma no cravo e na ferradura; mais o quê? Ah sim, escondo-me atrás dos outros, também. E também sou hipócrita (aparentemente à vista de todos). Dou o dito por não dito...e, por fim, só ando aqui a dar ferroadas pessoais (tenho de apontar que não disse colectivas ou impessoais, pod e ser importante.
    Não concordo consigo em quase todos estes pontos.
    Não se quer explicar (e já agora escrevendo de maneira que eu entenda (não se esqueça que sou burro).
    Esteja à vontade.

     
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