quarta-feira, julho 16, 2008
Pequenas parábolas
Uma mala e um lápiz de cera. Não têm muito em comum a não serem coisas perdidas. Foi nos lembrado por uma amiga querida a experiência de há vários anos em que a nossa filha perdeu um lápis de cor castanha entre os carumes dum pinhal. Nada fora do comum. Mas, a minha esposa decidiu orar em segundos depois a filha gritou "Olha, mãe! O lápis!" E lá no chão estava o tal lápis perdido. O comentário da minha esposa foi simples: Não há nada perdido no reino de Deus.

Mal chegamos aos EUA e a Delta perde uma mala. Não se sabia nada dela. Perdeu-se mesmo do sistema. Esta manhã da Continental a pergutar se tinha perdido uma mala e se podia descrever o conteudo. Vai se entregue a mala perdida esta tarde.

Se Deus cuida de andorinhos, um lápis de cor, e a tal mala perdida, de certeza estamos bem nas Suas mãos... estejamos onde estivermos.
Scott
posted by @ 1:02 da manhã  
29 Comments:
  • At 16 de julho de 2008 às 11:10, Blogger cbs said…

    Não sabemos o futuro, mas se fizermos o melhor que conseguirmos, o resto podemos certamente confiar Nele... estamos bem nas Suas mãos, sim. E em paz.

    Fico muito contente de vos saber bem, e aguardando o dia em que voltarmos a dar um abraço.
    grande Scott!

     
  • At 16 de julho de 2008 às 11:12, Blogger cbs said…

    Pelos vistos a distancia refresca, lol... já nem te esqueces de assinar pá ;)

     
  • At 16 de julho de 2008 às 13:38, Blogger Pedro Leal said…

    Sim, essa é a experiência de quem tem Deus como pai. Não alguém distante, sempre atarefado com os seus "negócios", sem tempo e paciência para estar connosco, mas alguém que caminha ao nosso lado e "atura" os nossos "problemazinhos".

     
  • At 16 de julho de 2008 às 17:42, Blogger MC said…

    e quem tem um filho a morrer de leucemia? onde é que está Deus?

     
  • At 16 de julho de 2008 às 19:53, Blogger cbs said…

    MC
    Morrer, morremos todos, mas uma das faces mais visíveis do Mal é a dor, a forma da morte. Para o próprio e para quem assiste.
    Não há palavras, fico mudo perante o sofrimento… mudo, mas com um grito surdo a saltar do coração: onde estás Tu?

    Apesar do silêncio com que nos ajoelhamos perante a longa linhagem do sofrimento humano (o grito é o mesmo de Auschwitz) atrevo-me a pensar que é na maior dor que se encontra o maior amor: Dele, um Deus que não se separou do nosso sofrimento, pelo contrário, quis unir-se-nos na dor humana. Por Amor.
    Atrevo-me mesmo a pensar que foi Ele que me amparou, quando fiquei vazio e esgotado de conviver a dor, e que foi Ele que me ensinou a desprender-me e a colocar o processo do sofrimento nas Suas mãos. Chorei de desespero, chorei de amor... mas nem imagino como seria sem Ele.

    Um abraço... e desculpa o atrevimento

     
  • At 16 de julho de 2008 às 22:52, Blogger MC said…

    Caro CBS,

    a minha pergunta não era pessoal. Ou não foi com esse sentido que a escrevi aqui.

    Só que o Deus que cuida de paus de lápis, de malas de viagem (nós católicos temos o santo António e os seus responsos) é o mesmo de quem Jesus diz no Evangelho de (c 15, 34):

    "Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?". Se ignonarmos este grito, estamos a fazer de Deus o "Papai Noel".

    O caminho é o da confiança, mesmo que nenhum de nossos desejos de realize. Não porque Deus não quis ou nos quis castigar. Porque é assim a vida. E para o sofrimento não conhecemos resposta. Sobretudo para o dos inocentes.

    Abraço

     
  • At 17 de julho de 2008 às 00:01, Blogger Pedro Leal said…

    mc

    Os filhos de Deus também perdem lápis e malas de viagem. E não é por isso que deixam de olhar para Deus como pai. Mais do que confiança, que tem que existir, é uma questão de afinidade, proximidade. Sentir que Deus nos ouve e responde. Sim ou não, mas responde. Claro que perante a dor e a morte pedimos que o cálice seja passado e gritamos o nosso desamparo (quem, sem leviandade, pode por-se de fora?) Mas, como escreve o cbs, Deus, como pai, continua connosco. Essa é a nossa salvação e a nossa esperança.

     
  • At 17 de julho de 2008 às 22:19, Blogger MC said…

    pedro,

    "confiança - segurança de alguém que crê em alguém...; certeza." - INFOPEDIA

    O texto do post diz: "Nada está perdido para Deus". Eu também creio nisso.

    Mas parece-me que está demasiado ímplicito nele (texto), que desde que oremos com confiança, Deus atende-nos.
    Eu quis sublinhar que o Deus bíblico é também o Deus do silêncio.

    Outra coisa que acho perigosa é que se dè a imagem de um Deus que age de acordo com os nossos méritos - somos bonzinhos, teremos a recompensa. Somos maus, teremos o castigo.
    Jesus Cristo rompe com essa imagem que o povo judeu tinha de Deus (para mal dos nossos pecados, muitos crentes a têm ainda hoje). Em (Mt 21,31) é dito por Jesus:"...Os cobradores de impostos e as meretrizes preceder-vos-ão, no Reino dos Céus." Isto para dizer que o Amor de Deus, melhor;Deus que é Amor, salva de modo gratuito. Nem a conversão nos pede. Nós é que precisamos dela para sermos felizes (na medida que somos capazes).

     
  • At 18 de julho de 2008 às 13:03, Blogger cbs said…

    MC
    Devo dizer-te que o nosso amigo Scott é um cristão muito particular. No breve tempo que convivi com ele apercebi-me de que sendo um pragmático e homem de acção, aliás um verdadeiro missionário de Cristo, tem também uma faceta ingénua. Essa faceta, que no fundo é amor ao próximo e a Cristo, é o que no fundo me parece estar implícito nas palavras do Scott… um amor simples mas apaixonado.
    Claro que focando o “silêncio de Deus” como fizeste (e tens razão) apanhamos com um balde de água fria.
    Mas eu também acho que nos faz muito bem, de vez em quando, largar o Mundo e desviar os olhos para o Céu. Faz sarar as feridas…

    Quanto à divinal “méritocracia”, concordo. Parece-me que esse maniqueísmo de prémio e castigo é muito mais terreno do que celeste. Foco no entanto dois pontos…

    Um diz respeito à necessidade de justiça referida pelo Ratzinger no post que pus sobre a “mensagem de ameaça”: “Devemos voltar a familiarizarmo-nos com o carácter de juízo, precisamente ao considerarmos os que sofrem e os que não foram tratados com justiça (…) E depois, é preciso aceitar como sendo inevitável, que também temos de nos sujeitar a esse critério e procurar não pertencer àqueles que praticam a injustiça (…) Sente-se ameaçado primeiro quem pertence aos que oprimem e cometem injustiças.”

    Outro ponto, que emparelha nessa sede humana de justiça divina – e Ratzinger põe maior acento no sofrimento, como consequência da prática do mal, do que propriamente num castigo divino – é uma interpretação (talvez minha) do pecado, como afastamento de Deus.
    “Deus que é Amor, salva de modo gratuito” como dizes, e até à morte terrena, temos gratuitamente a possibilidade de regresso, mantém-se a porta aberta como ao "filho pródigo" (mas note-se que nesse episódio, entra um factor de justiça retributiva, muito humana) e convida-nos a voltar (dizes que nem a conversão nos pede… mas olha que pede). Penso que o Amor divino mantém sempre em aberto a possibilidade de regresso ao Pai até ao último momento... mas aí... a escolha fica feita.
    Somos nós que escolhemos afastarmo-nos, que O recusamos.

     
  • At 18 de julho de 2008 às 19:25, Blogger MC said…

    não conheço o Scott, não era sobre ele que comentei. Mas sobre algo que podia ser erradamente interpretado.

    Há pessoas e grupos (mesmo dentro da Igreja católica) que fazem da fé uma "boa onda". É isto que acho incorrecto. A fé é um percurso de peregrinação (interior e exterior).

    Agora sou eu que vou delirar :)

    Não percebo muito bem a tua analogia sobre o filho pródigo. Não digo que a culpa seja tua. O meu cérebro é que emigrou.

    Aqui vai o delírio:

    Se Deus é Amor, como pode armar-se em juiz? E nós que somos chamados a ser como Ele?
    Não será que, quando nos virmos confrontados com todas as nossas faltas de amor (crimes)seremos nós proprios os nossos juizes? Não precisaremos que ninguém nos aponte o dedo. Cada um será juíz de si próprio.

    Cá nesta terrinha e no pedacinho de tempo que nos cabe, temos de "violentamente" lutar para reduzir as injustiças. O trabalho a fazer é agora.

    O que eu queria dizer, é que (atendendo à mensagem evangélica), Deus não nos salva a troco da conversão. Mas só quereremos a salvação na medida em que nos convertermos. Ma medida em que formos criando em nós o desejo de Deus, vamos querer afastar o que nos impede de aceder a Ele.

    Abraço

     
  • At 18 de julho de 2008 às 19:26, Blogger MC said…

    Este comentário foi removido pelo autor.

     
  • At 18 de julho de 2008 às 22:52, Blogger musaranho-coxo said…

    Este comentário foi removido pelo autor.

     
  • At 18 de julho de 2008 às 22:54, Blogger zazie said…

    Desta vez estou de acordo com a MC.

    Parece que até há um mandamento que diz: "não invocarás o Seu nome em vão".


    Assim é magia- pede-se e resulta certo.

    No outro dia, uma ateia (no Aspirina) até fez um post cretino com uma historieta parecida, para depois atirar para cima dos cristãos o que nada tem a ver com eles.

    No caso da falsa historieta dela, havia um empresário que tinha uma empregada que rezava para que o negócio melhorasse e ele confirmou a subida do gráfico de vendas.

    O mesmo empresário tinha por hábito rezar a Deus para encontrar estacionamento livre quando ia jantar a casa da dita ateia.

    E esta falsa historieta, teve como desfecho uma qualquer provocação onde Deus, era assim- um boneco onde se espetam agulhas ou fazem benzeduras, de acordo com a sorte ou azar que se pretende.

    O tribalismo faz melhor.

     
  • At 18 de julho de 2008 às 23:13, Blogger Pedro Leal said…

    Desculpem a insistência, mas parece-me que o post tem a ver sobretudo com proximidade. E às vezes parece que se quer por em causa a possibilidade dessa proximidade (também reconheço que a linguagem, nem sempre com conotações iguais entre católico e evangélicos, pode dificultar). É nessa perspectiva de proximidade que as respostas às orações (positiva, negativa, ou até um “espera) ganham outra dimensão. Quando não existe essa proximidade a tentação é cair no “automatismo”. A forma de pedir determina o tipo de resposta divina, e a forma de agir determina o “prémio” e o “castigo”. É a distância que cria este deus “burocrático”, simples aplicador de tabelas convencionadas. Ou, no sentido oposto, o deus silencioso que não nos “atende” sequer. Eu não nego que, muito humanamente, a nossa tendência seja para estes deuses. Dão-nos mais jeito. Mas o desafio cristão é precisamente aproximarmo-nos de Deus e tê-lo como pai presente.
    Só mais uma nota. Sendo pai, Deus castiga. Não como o polícia que passa uma multa, mas como forma de correcção.

     
  • At 18 de julho de 2008 às 23:46, Blogger zazie said…

    Este comentário foi removido pelo autor.

     
  • At 18 de julho de 2008 às 23:49, Blogger zazie said…

    És capaz de ter razão, Pedro, em relação ao sentido do post.

    Agora o que não tem sentido nenhum é alguém orar a Deus para que apareçam uns lápis.

    Se assim foi, é mesmo magia. E a macumba faz o mesmo.

     
  • At 18 de julho de 2008 às 23:53, Blogger zazie said…

    Está aqui a historieta do Deus para todo o serviço, contado pela ateia.

    Onde está a diferença?

     
  • At 19 de julho de 2008 às 01:35, Blogger MC said…

    Pedro,

    o Deus revelado por Jesus Cristo, é um Deus próximo. Sobre isso estamos de acordo. As nossas dificuldades de comunicação não são porque vocês são evangélicos e eu católica.

    Na Igreja Católoica também há grupos que acham que descobriram a via-rápida para aceder a Deus. Isto no sentido que basta fazer uma oraçãozinha (sem pretender ofender ninguém, vejo isso nos grupos de carismáticos, uma exportação dos grupos evangélicos) e Ele aí está a responder de pronto. O Deus Bíblico não é assim que age.

    Sobre o Juízo, diz-me onde na parábola do filho pródigo, Deus julga e castiga. Ela é uma das parábolas anunciadoras da misericórdia de Deus.

     
  • At 19 de julho de 2008 às 01:56, Blogger MC said…

    J� li a historieta que a zazie fala. Pois...

    vamos l� escalpelizar isto: Deus � de tal modo pr�ximo que at� � capaz de nos p�r a achar paus de l�pis. Mas como disse Jesus Cristo:"Sede perfeitos como o Pai � perfeito..." isto � para nos p�r na din�mica do Amor. E nesse caminho o importante n�o s�o os meus paus de l�pis, mas os teus.

    H� pessoas que chegam a isto naturalmente, eu por exemplo, n�o.

    Se calhar o Scott � um deles, o Pedro tamb�m...ok. Talvez sejam os meus escr�pulos a falar. Cada um examine-se a si pr�prio.

     
  • At 19 de julho de 2008 às 02:31, Blogger zazie said…

    A mensagem da história é bonita e até a entendia se não tivesse havido oração. Orar para pedir a Deus para encontrar um lápis que caiu ao chão é coisa que nem os católicos fazem com as ladainhas aos santinhos populares.

    Ora a piada está aí. Os evangélicos negam os santos e todo este folclore, levando a Bíblia á letra mas, num instante, estão a fazer pior- a ir contra um mandamento- o de não invocar Deus em vão a fazerem Dele, em comunicação directa, o que só os meios pagãos ainda fazem- usá-lo como sorte privativa.

    Se os postes tivessem tido ordem inversa, eu não tinha sido capaz de defender os protestantes, como defendi, no meio de todos aqueles ateus militantes do Aspirina.

    E mais, até era obrigada a concordar com a Susana- o outro título é lixado, mas aplicava-se bem- "um Deus para todo o serviço".

     
  • At 19 de julho de 2008 às 02:36, Blogger zazie said…

    Este comentário foi removido pelo autor.

     
  • At 19 de julho de 2008 às 02:38, Blogger zazie said…

    Mas este post é para guardar. No género está delicioso e é um bom documento para coisas que não entendemos.

    Por exemplo- a tradição protestante do capitalismo e da moral utilitária está aqui toda.

    Orou a Deus, por causa do lápis de cor que não aparecia, mas orou rápido- foram só uns segundos

    ehehe

    E o efeito foi instantâneo- trás- apareceu logo o lápis.
    Se fosse num circo ou com prestidigitador, não se conseguia melhor.

    E a conclusão também é utilitária- "estamos protegidos".

    À custa de quê?

    da boa fé. Assim compreende-se.

    E a historieta tinha de valer para o caso da magia do lápis e das mala não ter funcionado.

     
  • At 19 de julho de 2008 às 02:42, Blogger zazie said…

    Pelo menos aprendi uma coisa que não sabia que ainda existia no século XXI entre cristãos- orações de segundos.

    Na alta Idade Média faziam parecido, porque ainda tinham os costumes pagãos.

    Mas aí, se a coisa não resultava, pegavam nas imagens dos santos e davam-lhes umas boas cacetadas. E chegavam mesmo a afogá-las.

    ":O)))

    Se encontrar as fontes e ainda botava em post.

    Mas também tenho de encontrar rápido, caso contrário nada feito- tempo é dinheiro.

     
  • At 19 de julho de 2008 às 09:47, Blogger cbs said…

    "Não será que, quando nos virmos confrontados com todas as nossas faltas de amor (crimes)seremos nós proprios os nossos juizes?"

    MC
    Não sei... tocaste num dos meus calcanhares de aquiles... de facto afasto-me da ideia de um último juízo no sentido que nós, humanos, costumamos dar. Aqui talvez discorde do Ratz e do Pedro. Não sei...

    Deus não nos salva a troco da conversão, concordo; Deus repesca-nos permanentemente, porque Ele na cruz nos justificou a todos, isto é, abriu-nos a porta; se queremos entrar ou não, depende de nós e aí, o juízo está feito.


    Outra coisa em que concordarei contigo, será que também me afasto da ideia de Fé como "boa onda". Aí aproximamo-nos da tal narcose de que falava o Ratz, e volta a necessidade de juízo, mas no sentido de responsabilidade sobre as consequencias dos nossos actos; dos nossos actos, e não das nossas "boas palavras".

    Mas isto sou eu a delirar, lol
    de facto, penso muito nisto, mas não sei.

     
  • At 20 de julho de 2008 às 22:26, Blogger MC said…

    cada um amanhe-se com os calos que lhe calharam em sorte, mais os calcanhares de aquiles. :)

    meio a brincar meio a sério fiz um post sobre este post. perdoem-me pelos vossos pecados. :)

     
  • At 26 de julho de 2008 às 01:59, Blogger Scott said…

    Olá a todos... perdoem a ausência. Mal posso acreditar que um poste tão inocente provocaria tanta discussão. A minha intenção (certamente ingénua, cbs) era apenas fazer uma afirmação da Providência que tenho experimentado ao longo da minha vida. O Pedro e o CBS conhecem-me o suficiente para entender o que não expliquei e peço perdão por qualquer confusão provocada.

    Compreendo a preocupação em relação à possibilidade de entender mal a mensagem. A mionha afirmação é que Deus cuida de nós mesmo que a mala não apareça ou o filho morre de leucemia ou por outro motivo (É claro que um destes males pode provocar mais dor que outro e nem por sombras faria essa comparação se não fosse o antecedente no comentário do MC... pelo que agradeço).

    No meu contexto pessoal, é importante relatar a presença imediata do divino mesmo sem mala de viagem, que por sinal, apareceu. Deus não é uma máquina das vendas mas posso confiar nEle em tudo... era só isso.

     
  • At 27 de julho de 2008 às 00:42, Blogger Hadassah said…

    É giro que a minha filha pede-me para orar-mos juntas quando tem alguma dificuldade e se as coisas se resolvem ela responde... nós orámos Mãe! ... se não se resolvem também nunca me perguntou porquê, aceita e parte para outra... :) acima de tudo, é bom crescerem com este sentido de segurança e de aceitarem o bem e o mal sem cobrarem a DEUS... e julgo que as benção advêm disso...

     
  • At 27 de julho de 2008 às 00:44, Blogger Hadassah said…

    talvez seja mais correcto em vez de "bem e mal"..."o bom e o mau"...no post acima.

     
  • At 27 de julho de 2008 às 00:45, Blogger Hadassah said…

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