segunda-feira, novembro 19, 2007
Pronto, pronto, não há Deus, não há Deus e Demo é o seu profeta...
"O desconforto racionalista

Muitos filósofos ficam desconfortáveis com esta dicotomia entre pensamento e os seus objectos no exterior dele. Assim, procuram por todas as formas negar a «objectividade» da ciência. Em particular, aqueles que se consideram cientistas sociais, na continuação dos fundadores na linha de um Auguste Comte ou de um Adolph Quételet (inventor de uma física social), tentam reduzir toda a ciência a uma actividade que em nada difere da sua, senão, julgam, pela sua especial matéria. Daqui a importância que sempre atribuem ao que chamam método científico. Outros vão ainda mais longe negando, até, em todas as suas formas, os métodos usados nas ciências propriamente ditas, as ciências naturais, como lhes chamam.

Alguns cientistas adoptam uma atitude semelhante mas de sinal contrário. São os adeptos do cientismo que admitem convictamente que dentro da ciência cabem todas as «verdades», tanto as que se encontram na correspondência não só entre o pensamento e as coisas fora dele, mas também com o que se construiu mentalmente. Verdades que não seriam qualificadas pelo adjectivo científicas, pois que todas as verdades seriam, assim, científicas. Se bem entendemos, estas posições que parecem opostas não se encontram muito afastadas. Com efeito, num perfeito racionalismo, as relações entre as coisas, a sua organização, poderiam estabelecer-se apenas por processos de mente. Isto é, se conseguíssemos estabelecer apenas racionalmente as teorias que necessariamente correspondessem a coisas do mundo lá fora, todas as descobertas seriam racionalmente previstas e a coerência lógica dos discursos traduziria uma realidade exterior ao pensamento. A procura de uma correspondência seria anulada automaticamente, espontaneamente. O que se pensasse de uma certa forma (a descobrir no futuro...) realmente existiria."

in "O Discurso pós-moderno contra a ciência - Obscurantismo e irresponsabilidade" pelo Professor António Manuel Baptista, professor catedrático de Física no IST.

Eu até acho o livro filosoficamente redutor, mas tem coisas como estas bem apanhadas. E o Demo faz-me lembrar aquilo que Wolfgang Pauli disse acerca de Paul Dirac: «Pronto, pronto, não há Deus, não há Deus e Dirac é o seu profeta..."

Sobre a fé vale a pena ler também este discurso do papa.

Luís Sá
posted by @ 5:54 da tarde  
58 Comments:
  • At 19 de novembro de 2007 às 19:44, Anonymous Anónimo said…

    A teologia estuda deus, mas como ele é inalcançável como objecto de estudo recorre-se á revelação que é a bíblia sobre esse mesmo objecto de estudo que é deus. O que significa que os seus adeptos apesar de não saberem nada de nada sobre ele, falam, veneram e fazem tradição sobre algo que desconhecem mas teorizam.
    Da mesma forma, a elfologia estuda os elfos, mas como os elfos são inalcançáveis recorre-se a Tolkien e outros escritores do passado que falam deles pelo que poderemos garantir a sua existência, venerá-los e considerá-los a par de deus.

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 20:09, Blogger Luís Sá said…

    Deus só faz sentido como Aquele que se revela. Se Deus não Se quisesse revelar, seria indiferente para connosco e portanto não esperaria outra coisa que não a nossa indiferença. Não é verdade que Deus seja inalcançável. Deus é perfeitamente alcançável, o que não pode é ser contido. Um Deus que não fosse alcançável ser-nos-ia perfeitamente indiferente, logo a sua existência não teria qualquer importância. Por definição quase, ou Deus é alcançável ou é como se não existisse.

    E comparar Deus com elfos é mesmo coisa de tapado. Construa uma moral sem Deus caríssimo amigo, uma moral fundamentada em valores universais e independentes das conveniências. Dê-me uma boa razão, bem racional como é do seu agrado, para obedecermos aos valores instituídos e levarmos uma vida recta se daqui a 30, 40, 50 anos seremos apenas pó? Dê-me uma boa razão para não matar se não for apanhado? Para não roubar, para não proceder com a maior finura e inteligência possível para meu ganho pessoal apenas?

    Para que me devo importar com o outro se em nada isso me adianta? Por um qualquer "humanismo ateu"? Mas que contribui a felicidade do outro para a minha? Sem Deus, não deveria ser meu objectivo de vida, o propósito de todas as minhas forças e vontades, articular um projecto de vida liberto de todas as convenções morais, o mais pleno, o mais vivencialmente rico, o mais carnal e mentalmente experimentado? Diga-me em que é que as normas morais me ajudam nisso?

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 20:14, Blogger Luís Sá said…

    Leia o artigo do papa. Por acaso julga que vive sem fé? Julga que comprovou tudo aquilo a que chama "científico"? Julga que não engoliu já uma série de patacoadas que lhe disseram, que o seu mundo se baseia numa série de postulados que dá como certos e que mais tarde ou mais cedo desabarão com algum acontecimento trágico na sua vida (não digo apenas o seu mundo, mas o meu e o de todos)? Julga que comprovou experimentalmente tudo aquilo a que dá por certo apenas porque, como é natural, alguém lhe disse que era certo e não se deu ao trabalho de ir comprovar se realmente era? Julga que a sociedade não depende dessa confiança naquilo que foi dito anteriormente, que andamos a inventar a roda todas as gerações?

    Que tipo básico meu Deus...

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 20:15, Anonymous Anónimo said…

    Nuno Fonseca

    Falar contigo será confrontar a hipocrisia, a mentira e a pobreza de espírito.

    Para fim de conversa, apenas um apontamento sobre um acontecimento que mostra o perfil de alguém doente como tu:

    Em 1958 foi descoberto – pelo professor Morton Smith da Universidade de Colúmbia –, num mosteiro perto de Jerusalém um “fragmento” que teria sido propositadamente suprimido do Evangelho de Marcos. Junto desse fragmento encontrava-se uma carta endereçada pelo Bispo Clemente de Alexandria a um tal de Teodoro, cujo conteúdo fascinou a comunidade científica pela sua filosofia: “Se o nosso oponente por acaso disser a verdade, devemos negá-la e mentir para o refutar.”

    Esta é a filosofia da religião, a tua filosofia. Mentes mesmo perante as evidências.
    Com gente assim ficamos a saber o verdadeiro significado da palavra religião… ou será evangélico?

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 20:47, Blogger zazie said…

    Não posso crer... é o Antonius!

    Que bom. Pena eu já não andar por cá. Mas venho ler-te.

    (passa a comentar na tua toca)

    beijocas

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 20:49, Blogger zazie said…

    correcção: passo. Achei que era post tão à Antonius, até na letra miudinha. E tudo tão inteligente. Ainda bem.

     
  • At 19 de novembro de 2007 às 23:33, Blogger cbs said…

    A conversa do Tokien completamente é infra - intelectual caro anónimo, lol

    Antonius
    o discurso do papa não linka.
    eu apanhei isto:
    http://www.fides.org/por/dossier/2006/dossier_bxvi_settembre06.doc
    noutro lado. mas não é o mesmo, pois não?

     
  • At 20 de novembro de 2007 às 00:39, Blogger Hadassah said…

    Zazie e Antonius, já cá tinha umas saudades! ;)

     
  • At 20 de novembro de 2007 às 00:58, Blogger Luís Sá said…

    it's it's it's me oh Lord,
    standing in the need of prayer!

    Já dizia o cântico dos trabalhadores das plantações de algodão da Virginia.

    cbs, já está rectificado. Espero.

     
  • At 20 de novembro de 2007 às 11:11, Blogger João Leal said…

    O ser humano, como ser social, não consegue viver sem dogmas não verificáveis. Começa desde a infância, quando os pais, ou educadores, lhe imprime na consciência uma série de ideias morais e sociais.
    Sempre estranhei a forma como se fala do Homem no que diz respeito às certezas cientificas. Diz-se que hoje o Homem conhece, por exemplo, a teoria da relatividade. No entanto, duvido que 1 % da humanidade consiga compreendê-la. O conhecimento existe mas só para alguns, que estudaram e conseguiram compreender. Dizer que as conclusões de uma determinada classe cientifica são conhecidas por todos é uma falácia. Diria mesmo que essas tentativa de generalizar tem muito de fenómeno religioso, isto é, dar uma explicação que o humano não conhecedor tem de aceitar pela fé como indiscutível. Nesse sentido, como Tomé, sempre estranhei os que dizem que Deus não existe porque nunca o viram, mas estão dispostos a acreditar no que os cientistas dizem, ou no que a televisão diz, ou no que os pais dizem, etc. etc. , apesar de não perceberem puto do assunto.
    Sem dúvida que existe uma grande dimensão de fé na nossa vida. Vivemos de conjecturas individuais não verificáveis a priori.
    Assim, eu acredito na existência de Deus. Extrapolei com os dados à minha disposição que consegui entender.
    Isto é o que eu acho. Estou aqui.

     
  • At 20 de novembro de 2007 às 11:27, Blogger David Cameira said…

    João Leal,

    Obg por nos presenteares com esse sábio comentário.

    há e o link para o discurso do papa ratz já está activo

     
  • At 20 de novembro de 2007 às 11:29, Blogger Scott said…

    Excelente poste, Antonius. Obrigado pelo link.

     
  • At 20 de novembro de 2007 às 18:42, Anonymous Anónimo said…

    João Leal
    diz-me lá onde posso encontrar esse deus para o fotografar e mostrar a toda a gente que ele existe
    assim acabam-se as dúvidas

     
  • At 20 de novembro de 2007 às 19:50, Anonymous Anónimo said…

    Há por aí alguma alminha caridosa que encarregue o tolo do ateu militante de fotografar o átomo?

    E, de caminho, que diga o que é a matéria...

     
  • At 20 de novembro de 2007 às 22:51, Anonymous Anónimo said…

    De acordo com o Modelo Padrão as partículas fundamentais existentes no Universo podem dividir-se em dois grandes grupos: os fermiões, partículas constituintes daquilo a que chamamos matéria; e os bosões, partículas fundamentais que asseguram a transmissão das forças da natureza.

    Por sua vez a matéria pode ser agrupada em dois conjuntos, os quarks e os leptões. Os primeiros agregam-se para formar os hadrões, sendo os mais conhecidos o protão e o neutrão, os principais constituintes dos núcleos atómicos. Estes são constituídos por três quarks cada. Os leptões, ao contrário dos quarks, podem deslocar-se livremente. O electrão é o leptão mais conhecido, outros exemplos são o neutrino do electrão, o muão, o neutrino do muão, o tau e o neutrino do tau.

    Os bosões, os responsáveis pela transmissão das forças, são o fotão (transportador da força electromagnética), o gluão (responsável pela força forte, que mantém os quarks unidos nos núcleos atómicos), o gravitão (que apesar de nunca ter sido observado, pensa-se ser o responsável pela transmissão da força da gravidade) e as partículas W+, W- e Z0 (responsáveis pela força fraca, à qual está associada a radioactividade).

     
  • At 20 de novembro de 2007 às 23:29, Anonymous Anónimo said…

    "O ser humano, como ser social, não consegue viver sem dogmas não verificáveis"

    lê com atenção o que escreveste e traduz para português fluente...
    e é assim que se enganam os crentes

    além de que os dogmas são blindados, inquestionáveis (propositadamente criados para manter a ilusão)

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 00:20, Blogger cbs said…

    "De acordo com o Modelo Padrão as partículas fundamentais existentes no Universo..."

    ó anónimo das 10:51, até parece que as viste, lol
    então e a fotografia?

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 01:07, Anonymous Anónimo said…

    ó tolito, e os leptões e o resto dessa malta toda, são o quê? conta lá mais, e não te esqueças da foto do átomo.

    De caminho trás também a do pensamento.

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 12:41, Anonymous Anónimo said…

    abençoados os pobres de espírito porque é deles o reino dos céus

    os átomos são ciência e garanto-te que não são evangélicos nem se aprendem em cavernas escuras chamadas de salas de culto

    se não acreditas na ciência porque vais á escola, ou ao médico, ou porque usas internet
    nem os porcos são assim tão ingratos que não "respeitem" quem lhes permite qualidade de vida

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 12:44, Anonymous Anónimo said…

    nas salas de "cuto"(?) vive-se na idade da pedra tentando falar para ninguém
    também os loucos acreditam que napoleão lhes segreda aos ouvidos

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 13:23, Anonymous Anónimo said…

    Estes ateus "no tienen ni puta idea" do que estão a falar, cada vez mais me convenço que os ateus, por mais instruidos que sejam, são pouco inteligentes, mas isso cada um é como é, mas o pior é que são tremendamente ignorantes quanto a determinados assuntos, caindo na insensatez de mandar postas com base em erros de análise e compreensão crassos, isto quando não recorrem à pura demagogia, infelizmente pouco infrequente.

    Os gajos que são os primeiros a engolir acriticamente a maior parte das barbaridades que algumas "sumidades" pseudo científico-intelectuais excretam tem o desplante de fazer as críticas que fazem. Se há alguma fé baseada em falta de evidências (descontando os fanatismos) é o ateismo.

    O que esses amigos precisam é de abrir os olhos e a inteligência à realidade, verão que mudam a vossa atitude perante a vida e o mundo e serão mais felizes e farão outros mais felizes.

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 13:25, Anonymous Anónimo said…

    apesar de ter pedido primeiro a foto de deus e numa prova de boa fé defeni matéria, ou seja pedi primeiro mas concordei em responder primeiro, agora é a tua vez de mostrares a foto de deus para eu em seguida mostrar a do átomo.
    Tu primeiro ou estás de má fé e só os outros necessitam prestar provas?
    É lógico que se não mostrares é porque "nada" existe e fazes como o papagaio, repetes, repetes repetes porque não tens "massa cinzenta" apenas detritos.
    Mostra que não estás de má fé ao contrário dos religiosos honra os compromissos

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 13:28, Blogger João Leal said…

    Caro anónimo,

    "O ser humano, como ser social, não consegue viver sem dogmas não verificáveis"

    lê com atenção o que escreveste e traduz para português fluente...
    e é assim que se enganam os crentes

    Bom,

    O que eu queria dizer era que o ser humano tem de aceitar sem discutir consigo mesmo uma série de valores e certezas que não têm verificação e isto tem a ver com sentimentos.
    O que se sente quando se tem uma relação pessoal com Deus, é tão válido para o crente como a indignação que se sente quando se vê uma injustiça do tipo crianças a morrer à fome na televisão por causa de uma guerra, por exemplo.
    A faceta emocional do homem, um campo que a psicologia anda (e muito bem) a tentar explicar, é tão importante como a ciência no dia-a-dia corriqueiro do ser humano.
    Quanto à ciência, há diversos aspectos e é-me difícil tomá-la como um todo. Há várias ciências e dentro destas há sempre dois campos: o campo experimental (que tem uma correspondência no mundo físico) e o campo teórico.
    É certo que a ciência experimental tem trazido tudo o que é ferramenta ao ser humano, que este usas para viver.
    A Ciência teórica não tem muitas vezes uma aplicação ao mundo material. A Teoria da Evolução é isso mesmo, uma teoria. Há certas provas que ainda não surgiram que a comprovem no terreno, digamos assim.
    Neste aspecto há o caso particularmente brilhante de Einstein que, na Teoria da relatividade, para explicar as relações subtis entre os as massas dos corpos e os seus movimentos, sendo que a tradicional geometria euclidiana não se adaptava ao seu modelo, recorreu a um trabalho matemático teórico do século anterior, a geometria não euclidiana de Gauss e Riemann que até aí não tinham tido préstimo para nada.
    Ou seja, penso que Deus é interpretado por cada um dentro da área dos sentimentos, normalmente não demonstrável a nível matemático ou físico. No meu caso a este ponto: Para me convencer que Deus não existe, terá de ser Ele mesmo a dar-me a prova.

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 13:31, Blogger João Leal said…

    A frase "Deus é amor", portanto.

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 13:34, Blogger Luís Sá said…

    Caro Anónimo,

    Queres ver uma conciliação da ciência e da fé?

    A probabilidade de que instantaneamente todas as partículas elementares que te constituem se desloquem simultaneamente para um qualquer lugar longínquo adoptando exactamente a mesma configuração à chegada é infíma e praticamente nula, mas não é zero. Admita-se ainda como requesito que nesse ermo não possa haver acesso à Internet sobre qualquer forma e as hipóteses tornam-se ainda mais reduzidas (especialmente tendo em conta a possibilidade de acesso por satélite). Mas não é nula, é ridiculamente baixa, mas não é nula. É aí que entra a fé. Tendo fé suficiente tenho a certeza que tal se concretizaria. É pena que não tenha...

    Resumindo: arranje uma vida homem. Discutimos os assuntos que nos interessam como nos interessam, que alicerçam a nossa vida, o que nos dá uma desculpa para gastarmos tempo em frente a um PC.

    Qual é a sua desculpa?

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 13:49, Blogger João Leal said…

    Anónimo,

    não consigo a fotografia. Mas se me arranjasse uma fotografia do afecto ( uma fotografia do sentimento) que sente por alguém, era fixe.

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 14:06, Anonymous Anónimo said…

    defeniu, definiu a matéria, logo sabe o que é a matéria.

    E se estes iditotas nos fizessem o favor de contar quem lhes ensina estes disparates que anulam a própria filosofia.

    Contem lá, é o bode esperança? é o Murcho, o Fiolhais? onde é que andam a ser doutrinados em tanto fanatismo imbecil?

    É que também não existe nenhum ser humano que nasça assim, por si; com tanta fé no que nem se pode saber e, muito menos, conhecer.

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 14:09, Anonymous Anónimo said…

    mandem o retrato de uma dessas reuniões que ainda pode ser que, com sorte, apareçam na tv...

    E mandem também uma foto das facturas dos pagamentos do Estado à Associação de Laicidade; aos Ateístas disfarçados de serviço público, já agora.

    Somos todos nós que os pagamos- para isto. Para fazerem esta merda à cabeça dos idiotas a quem deitam a pata.

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 14:14, Anonymous Anónimo said…

    o conhecimento aprende-se, estuda-se, confirma-se e reconfirma-se e se algo não estiver bem corrige-se, volta-se a estudar, volta-se a confirmar... e assim por diante até podermos afirmar com garantias

    o conhecimento liberta, a religião atrofia

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 14:22, Blogger Luís Sá said…

    João,

    Essa distinção entre ciência teórica e ciência experimental é muitíssimo dúbia. Claro que no acto de fazer ciência exige todo um sistema que é montado sem uma aferição imediata dos resultados, toda uma construção matemática muitas vezes muitíssimo complexa. Mas uma teoria só é considerada verdadeira quanto consegue prever realidades observáveis, só é admitida na comunidade científica nessa base.

    Claro que Einstein não se surprendeeu quando o eclipse provou experimentalmente a sua teoria. Mas foi porque tinha uma confiança enorme no seu sistema teórico. Essa confiança era no entanto, em sentido estrito, no domínio da convicção pessoal.

    Há imensas teorias muitíssimo avançadas matematicamente que não são nada mais que isso, teorias.

    A teoria das cordas por exemplo é fascinante e está no "cutting edge" da utilização de recursos matemáticos. Mas ainda não conseguiu produzir uma única forma de ser testável. Logo, não passa ainda de pura especulação, uma linda especulação mas uma especulação.

    A ciência é por natureza céptica, mesmo no que diz respeito à própria matemática. Também ela se tem que submeter à experiência. Porque também na matemática se podem criar conceitos que não têm correspondência com a realidade...

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 15:24, Blogger Nuno Fonseca said…

    Anónimo,

    É assim que respondes depois de centenas de linhas em que derrotei todos os teus argumentos e te reduzi a uma bactéria (H5N1)?

    Pensas que só por responderes sob um post que não aquele em que te abordei faz esquecer os mais do facto que te evadiste roedoramente quando expus as tuas mentiras, e as tuas incoerências, e a tua ilogicidade?

    Apenas sabes caluniar. Ponto.

    Chamas-me mentiroso, mas onde estão as provas?
    Chamas-me estúpido, mas onde se mostram disso evidências?

    Nem talento possuis como ateu, o que facilita muito a mim a tarefa de haver de ti misericórdia, e esperançar que Deus também.

    Paz.

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 15:25, Anonymous Anónimo said…

    Caro Luís Sá

    Fé e ciência são totalmente incompatíveis; quem tem os neurónios anestesiados pela fé não consegue perceber o que é ciência nem o pensamento científico, assim como ciência e Deus são completamente incompatíveis: a ciência explica fenómenos naturais com leis naturais. Invenções sobrenaturais não são precisas para nada nem explicam nada.

    [“É aí que entra a fé. Tendo fé suficiente tenho a certeza que tal se concretizaria. “]

    É aqui que as nossas posições se tocam (apesar de teimar em renunciar). Você acredita que tendo fé suficiente “tal se concretizaria”… mas não pode garantir (nem tão puco provar) que tal vai acontecer…
    Por outras palavras eu (e milhares de outros) acreditamos que tendo fé suficiente ganharemos de certeza o euromilhões… mas (infelizmente) serão só expectativas(por falta de provas).
    O âmago da questão é que apesar de acreditarmos, apesar de termos a certeza, apesar de estarmos convencidos, nada garante que assim seja porque não existem provas da sua fiabilidade.
    É isto que tenho defendido desde o princípio: acreditar em algo com base na fé é acreditar em algo sem ter razões que estabeleçam a sua verdade.
    Lamentável é que a ignorância de alguns os inibisse de racionalizar… e inviabilizassem o diálogo considerando os meus argumentos como ataques pessoais. (É assim em religião)
    [O exemplo que terei dado sobre a fé numa vitória do meu clube de futebol é exactamente a mesma coisa.]

    A minha "desculpa" (leia-se certeza) é que deus é uma ideia do Homem, muitas vezes só um sentimento pessoal, e há níveis da realidade que não são passíveis de ser decompostos em partículas ou forças para serem medidos. A questão com deus é que é uma ideia a que falta conteúdo, argumento e plausibilidade."

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 15:34, Blogger Nuno Fonseca said…

    Mas pelo nome do rigor, e do teu défice de atenção, eis o dito comentário, que te recusas a responder:

    At 12:40 AM, Nuno Fonseca said…

    'O estúpido disse no seu coração: Não há Deus' (Salmos 14:1).

    Anónimo,

    As tuas calúnias nada farão por ti. Refutei todos os teus argumentos, e evadiste-te, tal como fazes quando te inquiro. Mas também, um ateu é isso mesmo, e não tem respostas.

    1- O teu ódio e histeria impedem-te de leres concentradamente não só o que escrevo, mas também o escrito por ti. E não menti em lado nenhum, pois és tu o descrente, e mostras desonestidade em toda a letra. O evangelho agnóstico de 'Tomé' foi referido primeiramente por mim como exemplo dum dos textos gnósticos, para citar um dos seus versículos ridículos e hereges:

    ' Quanto aos evangelhos gnósticos, sim, li uns quantos, e principalmente o que me falas, o de 'Tomé'.

    E resposta, disseste:

    'Á semelhança da Bíblia o “Evangelho Secreto de Tomé” é constituído por vários livros… diz-me pelo menos o “nome” de um que tenhas lido e do que tratava. (aquele que eu citei quando escrevi o “lamento” gnóstico não vale). Deixa de ser mentiroso'.

    Contudo, provei que era tua a mentira, quando te citei, da wikipedia.org, a composição desse texto, que não é composto de vários livros, mas dum apenas, de 114 orações não capitulados:

    'The Gospel of Thomas is a New Testament-era apocryphon completely preserved in a papyrus Coptic manuscript discovered in 1945 at Nag Hammadi, Egypt. The book was bound in a method now called Coptic binding'.

    Como todos podem atestar, tu mesmo perdes-te no teu raciocínio, se é que ele o há.

    2- 'Fazes uso de uma argumentação cujo conceito desconheces e que te conduz ás fronteiras da imbecilidade'.

    Sim, às fronteiras da tua, mais propriamente. Porquê? Porque uso de lógica para provar Deus, e adequadamente, pois anulei-te, enquanto te restam insultos e passionalidade, por frustração de observares a tua fé desconstruída e derrotada.

    Quanto a Platão, de novo te distraiste do facto de eu o invocar como mero exemplo para ilustrar um raciocínio, e não sei a que propósito falas dele senão para asneares com um excerto ilustre. E não, ainda não provaste que a minha fé conflitua com a razão, nem jamais o farás.
    A fé, sendo a crença no que não se percepciona no seu todo, não significa que não possa ser justificada, pois posso usar a ciência e a razão para provar a evidência da minha fé, fé que surge primeiro que a razão, não sendo causa dela, mas fé que na razão se justifica. Ou seja: não sei para que creia, mas porque creio, sei.

    Toda a tese científica provada depende disto, ou pensas que Newton não foi movido por fé no que intuiu ser certo e veio a provar, e deve-o à casualidade da maçã que lhe tombou no crânio?

    Quanto à minha resposta sobre a questão de Deuteronómio, sim, já respondi, caro caluniador, mas de novo, a tua histeria te impediu de lê-la:

    ' 4- O Senhor é o autor da Palavra, e é o mesmo hoje, ontem, e eternamente. Ele é o dono da Vida humana, pois soprou o Espírito que animou o corpo do homem, e sendo este propriedade Sua, pode Ele fazer o quanto queira de nós. Sendo tu nascido da carne, e da semente de Adão, que com Eva provou do Fruto do Conhecimento do Bem e do Mal, obedecendo à serpente e em rebeldia para com Deus (Génesis 3:3-5), pensas-te no direito de decidir o que é malvado e benigno, mas não podes fazê-lo, pois não tens omnisciência para julgar todos os actos de dado sujeito, saber as suas motivações, e não possuis a legitimidade para o julgar perfeitamente para além do que a tua percepção humana limitada é capaz. Deus, sim. Se Ele diz que aquele homem é criminoso, ele o é, e como propriedade sua, o Senhor faz o que perante Si é justo.

    A boa notícia para ti é que Deus também é amor, e é misericordioso, e jamais condena um justo. Se és justo perante Ele, nada tens a temer, como quando Noé inquiria o Senhor sobre se em Sodoma e Gomorra um só homem bom perante Deus morava, e Ele não fez chover fogo e enxofre até que nenhum alma inocente de lá se evadisse.

    Agora aprende o que é bom perante Jesus, e arrepende-te, e sê nascido de novo sê nascido de Deus, e caminha, desde essa hora, nos Seus passos, para que descubras a Vida, e sejas, para sempre, verdadeiramente livre'.

    3- Se após três posts finalmente compreendes o carácter paradoxal, logo falacioso, da tua 'questão da pedra', significa ou a profundidade do teu espírito insidioso, ou a tua ignorância quanto ao estudo da mais elementar lógica. Repetindo, e para que leias melhor na segunda vez:

    'apresentaste um argumento que se auto-refuta, pois admites que Deus é omnipotente, mas sugeres o evento de Ele criar algo superior à omnipotência, o que é ilógico, pois nada há mais poderoso que a omnipotência, ou seja, que todo-o-poder (hence, 'Todo-Poderoso'). Responder sim ou não, seria ignorar a falaciosidade da tua pergunta, que vem, por si mesma, sabotada.

    1. Deus tem todo o poder.
    2. Uma pedra é mais poderosa que Deus.
    3. Logo, ou:
    a) Deus não tem todo o poder (e 1. é falsa), ou:
    b) A pedra não é mais poderosa (e 2. é falsa)'

    Claro que as proposições têm de ser provadas verdadeiras, mas foste tu que no teu falso silogismo pressuposeste, ao mesmo tempo, duas proposições que se contradizema, ou seja: existência dum Deus omnipotente, e de algo superior à omnipotência, sendo que esta última se auto-refuta, pois nada de mais poderoso há acima da omnipotência, que se define por ser, obviamente, a totalidade absoluta do poder.

    Seguidamente, cometes outra afirmação auto-refutatória:

    'Como não existem factos (provas evidentes) que provem a existência de deus (nunca ninguém o viu, nunca assinou qualquer documento) porque razão deverei ser submisso a algo incorpóreo, a uma ilusão?'

    Aqui, subentendes o seguinte axioma:

    'Só se chega à verdade universal por meio da ciência.

    No entanto, podes provar, cientificamente, que a ciência é a única forma de se compreender a verdade universal? Não. Então a tua proposição está errada.
    Por outro lado, e se consideras que por meio de a) evidências, b) testemunho ocular e documentação, se prova Deus, então as há:

    a) A existência duma criação inteligente subentende um criador inteligente, ou como o grande cientista e crente, Albert Einstein disse: 'Ao vislumbrar uma pintura, só posso concluir que houve um pintor'.
    Tens um universo que opera harmoniosa e ordeiramente, onde há biliões de astros e galáxias, e um sistema solar, onde uma terra se posiciona não mais ou menos distante daquele kilómetro preciso frente ao sol, para possibilitar a vida humana.
    Se sugeres que uma criação harmoniosa, ordeira, inteligente, foi fruto do acaso, que em si é desarmonioso, desordeiro, e vácuo de inteligência, contradizes-te.

    b) Jesus foi visto, conhecido, escutado, testemunhado, e adorado em vida, na terra, e acima dela, e os Evangelhos, assim como relatos históricos seculares (Suedónio, Josefo, etc), e a datação cronológica que usamos, havendo o nascimento de Cristo como centro da história, provam o atestamento ocular e escrito da 'imagem visível do Deus invisível', e da revelação do 'único Deus verdadeiro', tido como certeza pelos seus contemporâneos e extemporâneos, e cuja negação jamais foi validada.

    4- 'A religião é como uma moeda que tem duas faces. Uma (ilusória) será a “doutrina” – que é aquela que tu como crente conhece –, a outra será a “história” que é ocultada por todas as formas possíveis dos crentes evitando assim que estes questionem as contradições. Sendo que ela (religião) apenas se mantém por ser alicerçada em “dogmas” teológicos
    Por isso se diz que a fé é a negação da razão'.

    1- Nunca poderás provar, como não fez homem algum desde que há Escritura, a falibilidade da mesma, nem que esta não é senão a Palavra perfeita de Deus.

    Se não: cede-me um só exemplo.

    2- A história só comprova a veracidade da Bília, quer nos seus relatos do VT, quer do NT.
    A Palavra pede um 'exame de fé', ou seja, uma atitude racional e de inquirição da Escritura (Salmo 119), e aparte do obscurantismo católico que é tradicional neste país, todo o cristão é instado a erudir-se na sabedoria de Deus, questionando e aprendendo.

    Se não: cede-me um só exemplo.

    3- A razão vem pela fé, e o que se sabe, se certo, é fruto duma crença, de raíz, verdadeira.

    Se não: cede-me um só exemplo.

    -----------------------------------

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 15:35, Anonymous Anónimo said…

    Nuno Fonseca
    Não insistas em ser palhaço porque ofendes os profissionais da área.
    A única coisa que derrotaste foi a tua credibilidade (se é que ainda restava alguma) e a tua idoneidade (se é que alguma vez foste tido em conta).
    Pára de regurgitar disparates desse calibre e não te reduzas ao absurdo. Lê, estuda, aprende… e nunca confundas “história” com “doutrina” porque nestas páginas ainda não vi nenhum deus tolerante.

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 15:41, Blogger Luís Sá said…

    oh homem nem uma brincadeira consegue perceber? Cure-se por amor de Deus (ou lá de quem queira). Quanto à ciência e fé, pena que tipos como o Lemâitre, o Newton, Leibniz, Pascal e muitos muitos outros não fossem da sua opinião... Que aliás é uma opinião, e como opinião nem é especialmente inteligente. Os cientistas que a tinham e têm são em geral medíocres. É que a inteligência que dá para a ciência também dá para a metafísica na maior parte das vezes.

    A minha vida é praticamente dedicada à ciência, já o era antes de ser católico e continua a ser. Entusias-me imenso a grande aventura humana que é a ciência, e a disciplina de método e de pensamento necessárias. Felizmente que a ciência é muito mais e outra coisa que os seus comentários delirantes. Critica os criacionistas meu amigo, mas está precisamente ao mesmo nível. Quem julgasse a ciência só pelo que dizem, sairia pouco seduzido pela inteligência da área.

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 15:51, Blogger Nuno Fonseca said…

    Foste derrotado, sim, por isso é que insultas, à falta de respostas.

    Reconhece que erraste, pois nesta vida ou nos humildamos, ou somos humilhados.

    A tolerância de Deus pode ser aqui atestada, pois noutro blogue, que não fosse cristão, censuravam-te imediatamente assim que começasses a proferir ofensas, à esquerda e à direita, e nem 'anónimo' poderias abaixo-assinar, sob o teu comentário apagado.

    E é isso que és: anónimo, sem face, sem carácter. Não há nome teu para ser enumerado no Livro da Vida.

    Arrepende-te, e sê salvo.

    Paz.

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 17:07, Anonymous Anónimo said…

    Nuno Fonseca

    O que te leva a debitar parvoíces sem limite até à exaustão? Algum trauma de infância?

    1.] Quanto a evangelhos gnósticos estamos conversados. Consulta o link da “Ésquilo” que aqui deixei, compra (se puderes) alguns e depois conversamos.
    No link que deixei poderás corrigir essa tua ignorância e ficar a saber que serão vários livros e não orações (apesar de viveres encarcerado numa gruta de horrores).
    Poderás optar por sites isentos e não evangélicos (que são tendenciosos)caso prefiras.

    2.] Tu não provas a existência de deus porque ele apenas existe na cabeça dos crentes pelo facto de ser resultado da fé. (Não insistas nessas aberrações) Tudo o resto não passa de uma alegoria e parece estar para além do teu horizonte.

    3.] O teu problema, ou melhor um dos teus problemas é que tens a capacidade infantil de pegar em assuntos que não percebes muito bem e utilizá-los para defender as tuas ideias manipulando-os, mesmo fora de contexto. Na maior parte das vezes nem sequer fazes ideias do que estás a dizer e debitas monstruosidades sobre todos os temas com a autoridade saloia da fé.
    Platão e a epistemologia foi um caso, o paradoxo da omnipotência foi outro, a tua filosofia parola é outro… Nuno, lê, estuda, aprende… evita semear a tua decadência. Quando mencionamos algo teremos obrigatoriamente de saber rebatê-lo.

    4.] Quanto á tua interpretação do Deuteronómio, lê-a novamente e com atenção o que escreveste e verifica se mencionaste o que te era pedido: se apedrejar uma pessoa, um filho, um irmão, uma criança, enfim um ser humano é uma atitude a constar no “curriculum” de um ser superior. Se for será no mínimo incompetente. (Fizeste uso da argumentação circular, ou seja, enrolaste, enrolaste e não disseste nada, o que é teu apanágio.)

    5.] Já que falas em Jesus diz-me qual deles o Jesus “da história” ou o Cristo “da fé”? Devo ter em conta os adeptos da mensagem [perpetuação e disseminação da palavra] ou os adeptos da família [preservação (a todo o custo) da linhagem, se necessário no exílio]? Quando o mencionares informa-me de qual (se tiveres consciência desses pormenores).

    Nuno, tenta primeiro compreender a diferença entre “história” e “doutrina” da religião. Aprende depois os conceitos filosóficos de fé e depois lê (muito, mas mesmo muito) e evita comentar sobre ciência. Evita as barbaridades porque no teu “calhamaço” preferido subentende que a terra é o centro do universo. E a vida são átomos e moléculas, hidrogénio e outros tais…

    6.] Einstein, a ser crente [e aqui residem muitas dúvidas (para a comunidade científica e filosófica) sobre o real significado das suas afirmações] seria um crente muito especial. Ele parecia acreditar que deus estava no final do conhecimento, seria aquilo que conheceríamos quando atingíssemos a plenitude do saber. Há uma diferença do tamanho do mundo entre esta posição e a posição do crente “médio”, que é achar que deus está no início (e não no fim) do conhecimento. Para a religião sem ciência, deus é fonte de vida, não o objectivo da vida.

    7.] Essa história do pintor, poderá dizer-se que existem pintores maus e outros pseudo-pintores ou até mesmo falsificadores. Não entres por aí porque depois não conseguirás sair. (Existe uma analogia sobre o relojoeiro… poderias mencioná-la.)

    Porque mencionas salmos e versículos para provares algo que faça parte da tua doutrina? Por acaso (apenas por mero acaso) pensas que viria escrito na bíblia algo que a contrariasse? (Os homenzinhos á 2000 anos apesar de viveram numa área delimitada e serem limitados em conhecimento, não eram estúpidos (apesar de algumas contradições) Se acreditas nisso é problema teu, agora para mim isso não conta para nada porque considero-as um embuste.

    Pensa antes de falares para não fazeres figuras tristes, e não faças uso da mentira.
    Não te anules por completo, evita as asneiradas.

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 17:16, Anonymous Anónimo said…

    At 1:23 PM, Anónimo said…

    ao lermos o que este anónimo escreveu ficamos com a certeza "quase absoluta" de se tratar de um cânone da cultura, um crâneo de quilates
    olha lá ó palhaço desde quando é que ateísmo é religião? Ateu é aquele que é lúcido e não acredita e adora toda a escória que lhe mostram
    se a bíblia dissesse que o peido era uma benção divina vocês passavam a vida em sinfonia
    trata-te e raciocina

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 18:44, Blogger João Leal said…

    Caro Luis,

    sem dúvida que é dúbia. Eu não tenho formação cientifica nenhuma. Sei mesmo muito pouco. Apresento as minhas conclusões (que são à medida da minha ignorância sobre os assuntos).
    A ciência fascina-me. Acho-a bela. Apesar de intelectualmente não conseguir perceber muitas das coisas que leio, tenho mesmo alegria e entusiasmo pelas explicações do que nos rodeia.
    Ainda não consegui encontrar uma razão para a ciência e a fé serem inconciliáveis.

    Obrigado pelo comentário.

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 18:44, Blogger Luís Sá said…

    "Construa uma moral sem Deus caríssimo amigo, uma moral fundamentada em valores universais e independentes das conveniências. Dê-me uma boa razão, bem racional como é do seu agrado, para obedecermos aos valores instituídos e levarmos uma vida recta se daqui a 30, 40, 50 anos seremos apenas pó? Dê-me uma boa razão para não matar se não for apanhado? Para não roubar, para não proceder com a maior finura e inteligência possível para meu ganho pessoal apenas?

    Para que me devo importar com o outro se em nada isso me adianta? Por um qualquer "humanismo ateu"? Mas que contribui a felicidade do outro para a minha? Sem Deus, não deveria ser meu objectivo de vida, o propósito de todas as minhas forças e vontades, articular um projecto de vida liberto de todas as convenções morais, o mais pleno, o mais vivencialmente rico, o mais carnal e mentalmente experimentado? Diga-me em que é que as normas morais me ajudam nisso?

    Leia o artigo do papa. Por acaso julga que vive sem fé? Julga que comprovou tudo aquilo a que chama "científico"? Julga que não engoliu já uma série de patacoadas que lhe disseram, que o seu mundo se baseia numa série de postulados que dá como certos e que mais tarde ou mais cedo desabarão com algum acontecimento trágico na sua vida (não digo apenas o seu mundo, mas o meu e o de todos)? Julga que comprovou experimentalmente tudo aquilo a que dá por certo apenas porque, como é natural, alguém lhe disse que era certo e não se deu ao trabalho de ir comprovar se realmente era? Julga que a sociedade não depende dessa confiança naquilo que foi dito anteriormente, que andamos a inventar a roda todas as gerações?"

    2º e 3º comentário deste post.

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 18:44, Blogger João Leal said…

    Este comentário foi removido pelo autor.

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 18:46, Blogger João Leal said…

    Caro Luis,

    sem dúvida que é dúbia. Eu não tenho formação cientifica nenhuma. Sei mesmo muito pouco. Apresento as minhas conclusões (que são à medida da minha ignorância sobre os assuntos).
    A ciência fascina-me. Acho-a bela. Apesar de intelectualmente não conseguir perceber muitas das coisas que leio, tenho mesmo alegria e entusiasmo pelas explicações do que nos rodeia.
    Ainda não consegui encontrar uma razão para a ciência e a fé serem inconciliáveis.

    Obrigado pelo comentário.

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 19:03, Blogger Nuno Fonseca said…

    Este comentário foi removido pelo autor.

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 19:11, Blogger Nuno Fonseca said…

    Anónimo,

    Vou passar a responder mais sinteticamente, pois não és capaz de manter a atenção por mais tempo:

    1- Nunca disse que os apócrifos se reduziam a um livro. Dei-te o evangelho secreto de 'Tomé', como exemplo de literatura gnóstica, e da sua estupidez. Aí, disseste que não havia só um evangelho secreto de 'Tomé', mas vários livros com esse nome. Então mostrei-te, citando a wikipédia, em como havia um só, em copta, datando do séc II., proveniente do n. de África, e composto de 114 orações.
    Ou mentiste, ou demonstras-te ignorante.
    Que mais é preciso: um desenho?

    2- Provo, sim, a existência de Deus, pela evidência dum universo inteligente, harmonioso, e ordeiro, que o Acaso, que é desinteligente, desarmonioso, e desordeiro, por definição, é, logicamente, incapaz de criar, criação essa impossível senão por um Criador, inteligente, harmonizante, ordeiro. Também, pela Palavra de Deus, que é espiritual e cientificamente perfeita, e tu, nem ninguém soube provar o contrário, nem o fará. Ponto.
    Sugiro-te outra alegoria. Uma de Platão. Ele, ao contrário de ti, sabia que o universo é inteligível, mas que existe universo para além da inteligibilidade humana, e que a parte do universo que não observamos, medimos, testamos, pesamos, também existe. Resumindo: a realidade existe, e existe para além do que percepcionas.
    A alegoria? É a da caverna, ó homem da escuridão. Lê.

    Sai da caverna e vê que há realidade para além da tua gruta, e que os objectos que observas são sombras dos que existem cá fora, no mundo real, e que há um sol para lá da frecha que te verte a tua pouca luz, e vê a Luz, e não mates que tenta fazer que a vejas.

    3- Temos a obrigatoriedade de saber rebatê-lo. Coisa que não fizeste. Dizer que alguém é tosco, e inepto, e errado não chega. Tens que demonstrá-lo. Dei a minha tese, mas nunca vi a tua antítese, mas apenas insultos sem base. Ainda espero uma refutação, e não calúnias de jardim de infância. Só falta chamares-me cocó. Refuta, ó homem de razão!

    4- Só mencionaste 'argumentação circular' porque eu usei esse termo para te anular uma das tuas falácias, mas afinal és tu que demonstras não dominar o vocabulário que usas, porque 'enrolar' não é a sua definição: antes, é concluires a veracidade da proposição final baseado na assunção que a primeira está certa, e vice-versa, ex:

    'A idade de certos fósseis é medida pela camada de terra que os acomoda, e a idade da camada de certa terra é medida pelos fósseis que nela se acomodaram'.

    O que não foi o caso. Erraste de novo.

    O que disse sobre Deuteronónimo responde, sim, a qualquer leitura da alguém que não seja iliterado, mas tentarei reformular como faria com uma criança infante, em três passos fáceis, aplicando a dialéctica de Schoppenhauer, em tese, antítese, síntese:

    i) Deus criou a vida humana. Deus é dono da vida humana. Deus faz com a vida humana o que quiser fazer e o que mandar fazer, pois a vida humana é de Deus, que criou a vida humana.

    ii) Deus nunca condena um justo. Só Deus decide o que é justo. Quem faz o que Deus diz ser justo, nunca teme a condenação, pois é justo, segundo Deus.

    iii) Deus é misericordioso, e até perdoa um injusto, se ele se arrepender, e reconhecer que foi injusto, e assumir que será justo perante Deus doravante, e que fará a vontade de Deus na sua vida, que é humana, e que pertence a Deus, que a criou.

    4- O Cristo da história é o mesmo que o da fé, e é por isso que, no teu calendário, sabes que hoje é o dia 21 de Novembro de 2007, ano do Senhor. E isto, não porque fomos estúpidos durante 2007 anos, ao contrário de ti, ó sem nome, mas porque lemos História, e segundo os historiadores da Antiguidade, caso de Josefo e Suedónio, que até inimigos eram da Cristandade, sabemos que os seus relatos coincidem com os do Evangelho em datas, personalidades, eventos. De facto, os mesmo documentos que provam a existência de Júlio César, comprovam a vida de Jesus, de forma que para descreres em Cristo, também dirás que César é fictício, o que seria estúpido.

    5- 'Para a religião sem ciência, deus é fonte de vida, não o objectivo da vida'.
    Não falas, pelo que leio, do Cristianismo, que diz que Deus é o prinicípio, o meio, e o fim da sabedoria, sua fonte, e objectivo. João 17:3 sintetiza isto lindamente, mas há versículos infindos sobre isto.

    6- E sim, Einstein, junto com Newton, e todos os nomes mais sonantes das ciências naturais, eram, para tua frustração, crentes.

    7- Porque não hei-de entrar por aí, como dizes tão dogmaticamente? Prova que logicamente uma criação subentende um criador; e que uma causa, um causador. Ponto. Que dizes tu agora, mmm?

    Uso a Palavra pois Ela é a tese que é verdadeira, e que eu defendo. Ora, se houvesses um mínimo de rigor científico, saberias que para refutares uma tese, terias que primeiro lê-la, examiná-la, e testá-la, mas como não o fazes, nada dizes de científico, nem de lógico, nem de inteligente, e és escravo dos teus pré-conceitos, e ignorância.

    Paz.

     
  • At 21 de novembro de 2007 às 19:21, Blogger Luís Sá said…

    Caro João,

    Se há assunto onde acho que qualquer coisa que diga me estou a armar ao pingarelho é em assuntos epistemológicos. E tu tocaste num assunto bem interessante...

    Uma das coisas que causa mais tensão na ciência é precisamente a necessidade contínua de recorrer à observação. É que muitas vezes os cálculos ficariam muito mais simples introduzindo determinados conceitos ou entidades cuja existência é extremamente difícil de ser apurada. Um exemplo que me fascina e que se pode ilustrar de forma relativamente simples:

    - A energia negra. Surge de observações empíricas que constatam algo surpreendente. É que com o Big Bang o Universo "explodiu", expandindo-se no espaço e no tempo. Mas então, segundo as leis da gravidade, uma vez que a matéria se atrai, a tendência seria para que os corpos celestes se voltassem a atrair mutuamente voltando ao estado inicial de espaço infímo. Durante muito tempo pensou-se que era assim que funcionava, num eterno retorno de um universo que se expandia e contraída indefinidamente. Questionava-se até em que "vida" do Universo estaríamos.

    Ora descobriu-se que o Universo não só se está a expandir, mas está-se a expandir acelerando a sua expansão. Ou seja, não está só a expandir-se mas desacelarando, como que nos últimos estertores a contrariar a sua tendência natural de expansão, está a acelerar. Ou seja, há algo mais forte que a força de atracção entre os planetas. O que fazer? Solução clássica de um matemático: "epah se existisse uma energia negra com determinadas propriedades isto batia tudo certo". O Einstein chamou à dita cuja a famosa "constante cosmológica". O problema está em que é da definição da energia negra e o seu único efeito é precisamente o de que, existindo, faz bater certo a mecânica relativista que temos do universo hoje em dia. Problema cientifíco: A energia negra serve apenas para tapar um buraco numa percepção incompleta do universo, já que a única consequência previsível da sua existência é precisamente a de que explica a expansão do universo.

    E entra aqui o busílis da questão: não basta explicar (é fácil arranjar uma narrativa coerente que explique o mundo) é preciso que tenha utilidade. Ou seja, descobrir a energia negra tem que nos tornar capazes de nos apercebermos de outras coisas e de prever resultados experimentais ainda não realizados (como a da relatividade geral fez quando se mediu o "desvio" dos raios do sol no eclipse viu-se que batiam certo com as previsões de Einstein, sendo que nunca ninguém se tinha lembrado de a medir).

    O testamento já vai longo e este blog não é sobre ciência. Mas foi apenas para citar um caso que constata como o teu comentário é pertinente.

     
  • At 22 de novembro de 2007 às 16:31, Anonymous Anónimo said…

    Nuno Fonseca

    A tua persistência em justificar a tua ignorância manifesta as características de um ser geneticamente incapaz de sentir alegrias. Além da tua ignorância e teimosia em fazeres da mentira um modo de vida teimas em atolar-te na tua própria diarreia acéfala.
    Se realmente tens um mínimo de coerência, lê com atenção todos os posts que escrevi e (para além de aprenderes algo relativo á história da religião, que poderá evitar no futuro regurgitares barbaridades) verifica depois as monstruosidades que tens escrito.

    1.] Desmistificação da 1ªmentira.
    - Eu (anónimo) disse que a veracidade do “evangelho de Tomé” escrito em grego teria sido confirmada pela descoberta posterior do “Evangelho Secreto de Tomé” escrito em copta.De outra forma, sendo o 1º uma cópia do 2º, confirma a autenticidade do mesmo.
    Disse também que os códices descobertos em Nag Hamadi e que foram designados por “Evangelhos Gnósticos” consistiam (á semelhança da bíblia) em vários livros e textos.
    - Tu (nuno) disseste (de forma deficiente,usando o copy/paste, mas disseste) que além das dúvidas colocadas sobre a sua autenticidade, os ditos “evangelhos” (apócrifos) seriam posteriores a todos os outros (canónicos) e que o “evangelho de Tomé” consistia num conjunto de 114 orações, citando um site (provavelmente evangélico) que linkaste.
    Lê os posts anteriores com atenção e depois olha-te ao espelho para veres a cara de um imbecil mentiroso.

    2.] Desmistificação da 2ª imposturice.
    - Eu (anónimo) ao longo destas “postagens” (basta leres com atenção e moderada isenção) tenho afirmado que a existência de deus é uma questão de fé. Ele existe apenas no íntimo dos crentes (de forma imaterial) e por força de uma convicção. Tenho repetido, que acreditar em algo com base na fé (que não é crime nenhum, até podes acreditar que és detentor do conhecimento) é acreditar em algo sem razões que confirmem a sua veracidade, o que é, não só a linha de pensamento filosófico da actualidade mas que terá sido também a base para Tomás de Aquino iniciar a teoria das suas 5 vias.
    - Tu (nuno) infantilmente teimas na existência física de um ser superior que nos vigia e orienta (provavelmente numa sala de comando com alguns comandos á distância) sendo que, visto não refutares, um ser com um curriculum repleto de violência, morte e dor.
    Lê os posts anteriores com atenção e verifica a tua ignorância. Como prova da minha afirmação (sobre violência, morte e dor) lê o “livro de Job” e repara no que o teu deus permite a alguém que por acaso até o respeitava.

    3.] Desmistificação da 3ª imbecilidade
    - Eu (anónimo) tenho ao longo destas postagens “traduzido” de forma (b+a=ba, para crianças) clara e explicita tudo aquilo que tenho dito, evitando criar dúvidas e permitir a compreensão (mesmo que não concordem) e interpretação.
    - Tu (nuno) além de demonstrares grande dificuldade em expressar-te tens insistido teimosamente em privilegiar essa tua ignorância que aparenta ser fruto de traumas de infância ou lavagens cerebrais.
    Lê, estuda, aprende… e não te pronuncies sobre o que não sabes.

    4.] Desmistificação da 4ª atrocidade
    - Eu (anónimo) tenho usado alguns termos mais “eruditos” (digamos assim) para que quem lê possa contextualizar aquilo que pretendo dizer. Para isso citei “falácias”, “argumento circular” e outras coisas que mais, evitando sobrecarregar as afirmações de termos “técnicos”.
    - Tu (nuno) que até demonstras dificuldades na construção de frases, tens-te limitado a um copy/paste (fora de contexto) e a algumas aberrações literárias.
    Exemplo: quando falei em argumentação falaciosa terás ido consultar o seu significado e procedendo a alguma pesquisa leste que existem vários tipos de falácia, optando por aquela que te pareceu mais sonante, a “ad hominem”. Esqueceste-te porém, ou melhor, desconhecendo o seu real significado (ficaste tão encantado com a sua sonoridade que convenceste-te de fazeres algum figurão) foste traído porque o “argumentum ad hominem” torna-se por vezes um autêntico boomerang, precisamente quando se usa e abusa da falácia do “espantalho”.

    [“A idade de certos fósseis é medida pela camada de terra que os acomoda, e a idade da camada de certa terra é medida pelos fósseis que nela se acomodaram”].
    Quanto a esta afirmação fiquei elucidado com o teu (vasto) “conhecimento”,.

    [“Deus criou a vida humana. Deus é dono da vida humana. Deus faz com a vida humana o que quiser fazer e o que mandar fazer, pois a vida humana é de Deus, que criou a vida humana.”]
    E quanto a esta fiquei esclarecido. Matem-se crianças em nome de deus e estará tudo bem, logo poderei considerá-lo (ao teu deus) o carniceiro pedófilo pois a ele tudo é permitido.
    Obrigado nuno, por o teu testemunho permitir com clareza vermos um pouco mais além.


    5.] Desmistificação da 5ª parvoíce
    - Eu (anónimo) sei (porque estudei) e o próprio Bento XVI confirmou-o publicamente que (e passo a citar) “o fosso entre o Jesus da história e o Cristo da fé é cada vez maior”. Tira as tuas ilações a esta afirmação do Papa.
    Sei também que o dia da comemoração do nascimento de Jesus não corresponde á realidade (e isto está publicado e o próprio João PauloII tê-lo-á admitido publicamente), pelo que terá sido um aproveitamento das comemorações em honra do deus sol (facultadas por Constantido) logo após o Concílio de Nìceia.
    -Tu (nuno) ignorante e teimoso, tens apenas em conta o que o vírus da religião te permite dizer e reflectes, como escravo da superstição seres inimigo da razão.
    Lê, lê muito, mas muito mesmo, estuda muito também e antes de te pronunciares sobre algo faz trabalho de pesquisa e antes de abrires a boca pensa bem (se te é permitido) naquilo que vais dizer. E já agora vê lá se descobres em que dia é que nasceu Jesus… depois diz-me.

    6.] Desmistificação de mais uma 6ª estupidez
    Sobre ciência e cientistas não vou comentar porque ao contrário do que tu “pensas” (se é que pensas) foste enganado, as tuas fontes “programaram-te” ocultando-te propositadamente que existe um aproveitamento (por conveniência) de algumas frases desses ícones. De Einstein já mencionei, Newton era esotérico…
    Não menciones o que não sabes nem te metas por caminhos que desconheces, porque tens a propensão para fazeres figura de urso.
    Apenas mais uma nota: o João 17:3 não me diz nada (será que ainda não percebeste que isso faz parte da tua treta) e como já te disse, apesar de algumas contradições ninguém vai dizer mal da sua “filosofia de vida” (é assim tão difícil perceberes que quem escreveu esse livro era tão anormal quanto tu).

    7.] Desmistificação de mais uma… 7ª
    Entre outras coisas, quando aprendi algo (pouca coisa) sobre história da religião, praticamente fui obrigado a conhecer os vários vértices do problema, tendo por isso que conhecer o conteúdo daqueles livros que mencionei (e mais alguns). Tudo isto apenas para poder compreender os dois lados da realidade dos “escritos”.
    Tu, apenas conheces uma interpretação deficiente e deturpada (por conveniência) desses mesmos escritos. Existem (além da tua) outras seitas ou facções que interpretam o mesmo “calhamaço” mas de forma diferente, e assim como tu dizem ser de forma correcta porque o deus deles é mais verdadeiro (em quem acreditar).
    Espero que compreendas o que disse, e sem te querer magoar, porque ninguém tem culpa de nascer limitado, pergunta numa sinagoga o que diz o Torah sobre a longevidade de Jesus (porque o Cristo foi crucificado aos 33 anos) ou numa mesquita sobre o que diz o Alcorão.
    Apesar de religiões divergentes, convergem pelo menos neste ponto.

    Nuno, nem tudo o que parece é; nem tudo parece o que é.

     
  • At 22 de novembro de 2007 às 22:16, Blogger zazie said…

    Olha que pena já não se estar no tempo das fogueirinhas. Aqui estava um endemoninhado a precisar dela.

    Quem são estes anormais? vêm do Diário Ateísta? só pode. Isto é mistura de fanatismo positivista com estalinismo de mata-frades.

    Há décadas que o bode esperança anda a corromper os idiotas. Dantes no partido, agora pago por nós, como serviço público de "laicidade".

     
  • At 23 de novembro de 2007 às 09:07, Blogger João Leal said…

    Há que tempos que quero fazer uma pergunta. Assumo que toda a gente já saiba, mas eu ainda não consegui perceber.

    Que raio é o bode esperança de que a zazie tanto fala?

     
  • At 23 de novembro de 2007 às 09:29, Blogger David Cameira said…

    João Leal,

    Julgo saber a resposta...

    O " bode esperança " é o PARVALHO ( está assim escrito mm de propósito ) do sr Carlos Exsperança, uma das figuras de proa do DA, que eu disse que devia ter sido sodomizado por um padre qd em pequenino para te tt ódio lá dentro

    LOL

     
  • At 23 de novembro de 2007 às 10:44, Blogger João Leal said…

    Obrigado, David

    Fica só a faltar saber o que é o DA... : )

     
  • At 23 de novembro de 2007 às 11:52, Blogger David Cameira said…

    IIIRA de baptistas q nao consultam blog sacrilegos!!!!

    LOL

    DA = Diáruio Ateista

    ( De onde veio o Demo e ,pelo menos, alguns dos anónimos q nos tem visitado, segundo julgo )

     
  • At 23 de novembro de 2007 às 17:22, Blogger cbs said…

    David
    quere-se dizer atão, que o DA é um blog do inferno, lol, origem de todos os demos...
    ;)

     
  • At 23 de novembro de 2007 às 18:45, Blogger David Cameira said…

    CBS,

    Eu não quero dizer nada mas..." tu o disses-te " já dizia o SENHOR

    João Leal,

    no " Irrra " tava a brincar ctg, não leves a mal sff

    Obg

     
  • At 24 de novembro de 2007 às 14:03, Anonymous Anónimo said…

    ó zazie ainda ne te vi dizeres nada de geito, será assim lá na tua gruta ou será pq bates com a cabeça no calhamaço?

     
  • At 24 de novembro de 2007 às 18:25, Blogger zazie said…

    comigo estás com azar. Eu só costumo debater com quem sabe pensar. O que não é o caso. E tenho boas conversas com ateus, um deles até veio da seita da bode esperança. Mas não é bode, nem anda por aqui.

    Com bodes esperanças e frankenstoinos a papaguearem imbecilidades ditas por Palmiras, Murchos, fiolhosos ou Dawkins primários e ignorantes, nem pensar. É tempo perdido. Com esses só se pode gozar.

     
  • At 24 de novembro de 2007 às 18:29, Blogger zazie said…

    Este comentário foi removido pelo autor.

     
  • At 24 de novembro de 2007 às 18:30, Blogger zazie said…

    Do mesmo modo nunca iria perder tempo a falar de filosofices completamente distorcidas e incompreendidas como por aqui aparecem. O desgraçado do Nietzsche é pau para toda a obra. A começar por quem nem sabe o que é filosofia e apenas larga caricaturas bacocas do que não entende.

    Mas, do lado da Contra Reforma há por cá quem aguente o barco.

    6:29 PM

     
  • At 24 de novembro de 2007 às 20:28, Anonymous Anónimo said…

    contigo ao leme nem a bruma se destingue
    zazie, a filosofia saloia deixou de marcar pontos, aplica-te que o conhecimento liberta

     
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