sexta-feira, julho 16, 2010
Um
Um nasce sozinho, vive a fingir que pertence a alguma coisa, entretido com o que os outros dizem e fazem, e acaba por morrer fechado dentro da sua mente, se tiver sorte, com Deus.
João Leal

o "se" faz toda a diferença... e não é uma questão de acaso, nem de sorte ou azar. É uma evidente questão de afecto.
cbs

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posted by @ 1:07 da tarde  
5 Comments:
  • At 16 de julho de 2010 às 14:00, Blogger cbs said…

    Os afectos são nos humanos, uma espécie de composição musical que, analisada so permite ver partes, mas so quando vivida, o conjunto se transforma num hino - para quem quiser "ouvir", um hino a esperança. A este sentimento fenomenológico, Michel Henri chama l’epreuve de la vie

     
  • At 16 de julho de 2010 às 14:36, Blogger J M Leal said…

    O "se" que refiro é mesmo uma questão de sorte. Apesar de toda a teologia cristã, ainda não vi evidência de que seja doutro modo. Este "se" está mais dependente de Deus do que de qualquer vontade humana. A nossa sorte (repito-me para reforçar o ponto de vista)é que Deus se revela a todos, de um modo ou de outro.

     
  • At 16 de julho de 2010 às 15:45, Blogger cbs said…

    essa e boa :)
    (k giro, tou sem acentos)
    mas olha la João, se Deus se revela a todos, onde e que esta o azar? porque para ser sorte era preciso ser um acontecimento aleatorio.

    Volto a minha, o sentimento de Deus e uma questão de abertura e afecto.

    e se me disseres como repor os assentos nesta porra, ficava-te agradecido :)

     
  • At 16 de julho de 2010 às 17:37, Blogger J M Leal said…

    Ele poderia não se revelar a todos, mas quer fazê-lo. Essa é a nossa tal sorte de que falava. Azar era ele não se revelar a alguns, ou a todos.
    Azar ou sorte tem a ver com algo que nos acontece e que não depende de nós de nenhuma maneira.
    Neste caso, nunca poderíamos forçar Deus a ter ou não ter esse gesto de afecto connosco. Tivemos sorte, portanto.

     
  • At 16 de julho de 2010 às 20:08, Blogger cbs said…

    João
    sorte ou azar tem o significado matemático de aleatoriedade nos acontecimentos, isto é, acaso.
    não equivale a depender de mim ou não, em matemática signifca uma variável independente que pode ou não ser aleatória.
    peço desculpa, mas são conceitos precisos.

    daqui, eu dizer (já sem a precisão matemática) que o Amor Gratuíto do criador, como acto de vontade absoluta, dificlmente se poderá consiuderar aleatório. Ou é, ou não é, mas dar a uns e não a outros, não cabe na minha noção do Amor de Deus. Secalhar tou errado... mas não me cabe na tola nem nos afectos.
    e desculpa lá os preciosismos ;)

     
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