quarta-feira, novembro 08, 2006
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Volto a frisar que sou o mais pró-católico dos protestantes deste canto. Mas arrelia-me que o meu amigo Paulo faça apologia anti-protestante com base em má pedagogia anti-católica. Explico. O problema do Paulo, semelhante ao de muitos nós, minoria protestante num país católico, é ter-lhe sido ensinado uma deficiente defesa da fé: éramos muito bons porque os outros eram muito maus.
Mas, querido Paulo, só se engasga com essa memória quem depender de alguma medicação e muita psicanálise. E nós, protestantes desempoeirados que já se tatuam sem pesos de consciência, estamos aqui para trazer luz ao mundo. O facto de não sermos assim tão bons não faz dos outros melhores.

Tiago Cavaco

P.S. O Paulo responde nos comentários.
posted by @ 4:07 da tarde  
1 Comments:
  • At 8 de novembro de 2006 às 18:14, Blogger trentonalingua said…

    Tiago,

    Deus me livre de fazer apologia anti-protestante. Eu fiz uma apologia do protestantismo pela negativa. E não parecendo eu também quero que o mundo seja um lugar melhor para se viver. Por isso todos os contributos são válidos. Prozac incluido.

    Paulo Ribeiro

     
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